1. Sem um aporte extra de proteína fico sem força para treinar

A ingestão excessiva de proteínas, seja através do consumo de alimentos ricos em proteína ou de suplementos de proteína/aminoácidos, é desnecessária, não contribuindo para a melhoria da performance e aumento de massa muscular e pode, realmente, ser prejudicial à saúde e ao desempenho do atleta. No entanto, geralmente, quem pratica exercício físico de forma regular deve reforçar a sua ingestão de proteínas em relação ao preconizado nas doses diárias recomendadas.

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2. Comer uma grande quantidade de proteínas é o suficiente para aumentar a massa muscular

A ingestão proteica é importante para o aumento da massa e força muscular, sendo, no entanto, necessário aliar esta ingestão com exercício físico de modo a causar estímulo para a síntese proteica. Sem esse estímulo, os aminoácidos ingeridos em excesso irão ser convertidos e armazenados na forma de gordura ou hidratos de carbono.

3. As proteínas dos suplementos são melhores que as dos alimentos

O valor biológico é uma das formas mais comuns de medir a qualidade de proteína, sendo que este se baseia na quantidade de proteína que é realmente absorvida e utilizada pelo organismo. Na prática de exercício físico, é importante promover o consumo de proteína de alto valor biológico - pois contêm todos os aminoácidos essenciais. A suplementação proteica tem vindo a mostrar resultados no aumento da massa muscular combinado com a prática de exercício físico. No entanto, a adoção de uma dieta baseada nas recomendações de ingestão proteica pode ser atingida através de uma alimentação variada.

4. Com uma dieta vegetariana não se consegue obter todas as proteínas necessárias

As proteínas encontram-se em diversos alimentos de origem animal e vegetal. As fontes animais de proteína animal, como a carne, peixe, ovos, lácteos, fornecem proteína de alto valor biológico. Por outro lado, os vegetais, os cereais, frutos secos e leguminosas proporcionam proteínas de baixo valor biológico. No entanto, uma combinação de diferentes alimentos na mesma refeição é muitas vezes vezes uma mistura de alto valor biológico.

5. Não se deve misturar proteínas e hidratos de carbono na mesma refeição

A combinação de glícidos e proteínas aumenta a endurance do exercício físico, quando comparada com a ingestão de glícidos isolados. Estudos mostram que os hidratos de carbono e as proteínas são substratos energéticos coadjuvantes durante o exercício físico, sendo que os hidratos de carbono exercem um efeito protetor sobre a degradação proteica. Desse modo, a utilização de proteínas pós-treino deve estar aliada à ingestão de hidratos de carbono de modo a favorecer os processos de reposição do glicogénio muscular e reparação tecidual.

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6. Deixamos de precisar de proteínas com o passar dos anos

Segundo a American College of Sports Medicine, com o passar dos anos necessitamos de aumentar a ingestão proteica. Por volta dos 50 anos, necessitamos de aumentar a ingestão proteica para 1g/kg por forma a manter a massa muscular. As pessoas que praticam exercício físico regular necessitam de um maior aporte proteico do que aquele preconizado nas doses diárias recomendadas.

7. A carne vermelha é mais nutritiva em termos de proteína

Em relação ao aporte nutritivo, este é superior nas carnes brancas, nomeadamente no frango e peru. No que toca às proteínas, ambos os tipos de carnes têm semelhante valor proteico.

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