A saúde mental continua a ser negligenciada e colocada para último plano, pois aparecem sempre outras “prioridades” que requerem atenção e investimento e que fazem com que as pessoas descurem o que é realmente importante
O nosso cérebro tem diferentes sistemas atencionais que nos ajudam a prestar atenção às informações que recebemos do mundo ao nosso redor. Para o propósito deste artigo, vamos só focar em alguns.
A perda de um filho é considerada uma das experiências mais traumáticas e violentas que o ser humano pode vivenciar ao longo de toda a sua vida. As explicações são dos psicólogos clínicos e forenses Sofia Gabriel e de Mauro Paulino.
"Espelho meu, espelho meu, há alguém mais belo, mais poderoso e grandioso do que eu?" Grandiosidade e autoexaltação são as palavras que melhor definem o narcisista. As explicações são da psicóloga clínica Lina Raimundo.
Os estudos têm sido consistentes na ideia de que a qualidade da nossa dieta desempenha um papel crucial não apenas na nossa saúde física, mas também na saúde mental.
Muitos livros prometem mudanças num curto espaço de tempo (semanas), evocando resultados garantidos na gestão das emoções, no controlo da ansiedade, na superação da depressão...
A meditação promove insights e aumenta o nosso autoconhecimento e esses benefícios, por si só, já deveriam ser o suficiente para lhe darmos uma hipótese.
A solitude pode trazer vários benefícios. Um artigo dos psicólogos Margarida Santiago Santos e Mauro Paulino, da MIND | Instituto de Psicologia Clínica e Forense.
Superar mitos e resistências é essencial para garantir um tratamento eficaz e melhorar a qualidade de vida da pessoa. Um artigo da psicóloga clínica Laura Alho, da MIND - Psicologia Clínica e Forense.
Para tirar o melhor proveito das suas emoções, a solução não é fugir delas, mas sim procurar estar atento às mesmas e relacionar-se com elas. Um artigo dos psicólogos clínicos Samuel Silva e Mauro Paulino, da MIND | Instituto de Psicologia Clínica e Forense.
O medo de ficar sozinho é definido, pela ciência psicológica, como a ansiedade ou preocupação acentuada acerca da experiência atual ou futura de percecionar estar sem um parceiro romântico.