Os ataques de pânico aparecem quando aparentemente está tudo bem. Subitamente sentimo-nos a colapsar, como se o nosso corpo começasse a entrar numa espiral crescente de destruição que nos impede de agir.
A nossa relação com a comida é muito mais do que apenas o reflexo da satisfação das nossas necessidades nutricionais e fisiológicas. Afinal, quantas vezes não damos por nós cheios de vontade de comer um doce, ou um salgado, apenas porque nos sentimos tristes ou extremamente irritados?
Sermos capazes de estar em sintonia com o nosso mundo emocional e de dar significado a tudo aquilo que experienciamos é sem dúvida absolutamente tranquilizante e promotor do nosso bem-estar. Apesar disso, é difícil conseguirmos fazê-lo de forma plena e sem sobressaltos.
Ouvimos com frequência que “religião e futebol não se discutem”, assumimos isto quase como uma verdade universal e respeitamos essa verdade como forma de nos protegermos de intrigas e discussões que - dêem por onde derem! - nunca terão uma saída.
É comum para alguns de nós ficarmos presos aos nossos pensamentos e acabarmos nos deixar enredar neles de uma forma que, não só não nos permite a clareza mental, como introduz confusão e um bloqueio ao nosso dia a dia.
Passamos grande parte dos nossos dias preocupados com aquilo que está certo e com aquilo que está errado e queremos a todo o custo fazer o que à partida consideramos correto. Mas no que toca às nossas emoções temos tendência a ter comportamentos e ações “anti-saúde”, tal como, muitas vezes, fazemos
Quantas vezes não dá por si às voltas para adormecer? Quantas vezes acorda a meio da noite e já não consegue dormir mais? Ou, simplesmente, não se permite dormir o tempo suficiente?
Apesar da depressão ser uma doença com altos índices de prevalência, continua a ser das doenças que mais desvalorizamos nas pessoas à nossa volta. Um artigo das psicólogas clínicas Cátia Lopo e Sara Almeida, da Escola do Sentir.
Viver em ‘contracorrente’: entre aquilo que de facto queremos viver e aquilo que outros querem que vivamos. Leia as explicações das psicólogas clínicas Cátia Lopo e Sara Almeida.
É no momento em que fugimos da ansiedade e no momento em que não lhe damos a importância que merece, que a ansiedade empola, cresce e contamina todo o nosso bem-estar.
De uma forma ou de outra, quase todos nós procuramos o amor e gostamos de nos sentir verdadeiramente amados. Quanto mais sentimos que o amor que damos e o amor que recebemos é proporcional, mais bem-estar retiramos da relação em que estamos.
Quando não conseguimos manter-nos firmes e assertivos, damos por nós demasiadas vezes a mascarar aquilo que sentimos ou a tomar decisões e a agir de forma oposta aquilo que de facto queremos.
A adolescência é uma fase tipicamente desafiante quer para os filhos, quer para os pais. Um artigo das psicólogas clínicas Cátia Lopo e Sara Almeida, da Escola do Sentir.
Só quando somos capazes de olhar para a agitação como um sinal de alerta, podemos, passo a passo, ajudar uma criança a olhar para tudo aquilo que é o seu mundo.
É muito importante que os adultos mais próximos de uma criança estejam atentos à sua relação com a escola e ajudem a manter-se motivada e alinhada com a aprendizagem.