A probabilidade de cura do cancro da próstata é de 90% quando detetado e tratado precocemente. Para que assim seja, é essencial que se façam exames de diagnóstico periódicos que permitam detetar a doença o quanto antes, mesmo não existindo qualquer sintoma. O cancro da próstata, uma doença que mata anualmente cerca de 1.800 portugueses, é assintomático no seu nível inicial e, por isso mesmo, é recomendado que os homens façam exames urológicos.

Esses exames e essas revisões devem ser feitos anualmente a partir dos 50 anos ou dos 45, no caso de existirem antecedentes familiares. Um novo teste para a determinação do antigénio específico da próstata (PSA), anunciado ontem, examina as estruturas das proteínas para detetar sinais da patologia. A descoberta, que o site ScienceDaily já apelidou de «promissora», faz o despiste através da identificação de alterações moleculares.

«Apesar do teste PSA ser, sem sombra de dúvida, um dos biomarcadores de maior êxito da história, as suas limitações são conhecidas», afirmou já publicamente Eric Klein, um dos responsáveis do Cleveland Clinic's Glickman Urological & Kidney Institute, nos EUA, que se mostra confiante com o ensaio clínico da nova descoberta, atualmente em curso, numa parceria que envolve seis instituições de saúde e 132 pacientes.

«Fizemos uma abordagem diferente da que costuma ser feita que demonstrou êxito na deteção deste tipo de cancro mas que também tem potencial para resolver outras questões clínicas importantes», disse já Mark Stovsky, um dos especialistas do Departamento de Urologia do instituto. Saiba mais sobre o diagnóstico e o tratamento da próstata aqui. Para conhecer os principais grupos de risco e os últimos avanços médicos no tratamento desta doença, clique aqui.

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