Depois de ajudar os portugueses a emagrecer, Ágata Roquette quer, agora, ensiná-los a comer bem. Foi por isso que, em agosto deste ano, lançou "O grande livro da alimentação saudável", um dos novos títulos da editora Contraponto Editores. "A tentação hoje é grande, pois existem muitas opções no mercado, mas devíamos recuperar os hábitos dos nossos avós, que não comiam produtos embalados nem fast food. Hoje, comemos muitos produtos processados, que não sabemos o que podem provocar a longo prazo", critica.

"O povo português sempre comeu bem mas tem vindo a perder os hábitos da dieta mediterrânica, dando a preferência a refeições rápidas, congeladas e ricas em químicos. Estamos, por isso, a perder a nossa boa base alimentar", lamenta a nutricionista, que decidiu escrever o novo livro para apelar a uma mudança de hábitos alimentares. "Está provado que muitos dos químicos presentes nos alimentos estão relacionados com o aparecimento de cancros como o do cólon ou do estômago", adverte Ágata Roquette.

"Uma má alimentação, rica em alimentos processados e em gordura pouco saudável, também influencia o aparecimento de doenças cardiovasculares", sublinha ainda. A nutricionista aponta também, na entrevista, as principais diferenças entre géneros. "As mulheres são mais adeptas de snacks. Como fazem refeições principais pequenas, porque não têm tempo, passam, depois, a tarde a comer bolachas e barritas. Os homens, como não fazem lanches intermédios, acabam por comer mais ao almoço e ao jantar", conclui.

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