Psicóloga Clínica na MIND | Psicologia Clínica e Forense. Mestre em Psicologia Clínica Cognitiva-Comportamental e Integrativa pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Possui o Curso Pós-Graduado em Luto pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (Nível 1), Traumatic Incident Reduction (Nível 1) e Intervenção Cognitiva-Narrativa no Luto (Nível 1). Detém o curso de Técnico de Apoio à Vítima (TAV), de Intervenção Psicológica com Pessoas LGBTQ, de Intervenção Psicológica em Problemas Ligados ao Álcool, e de Avaliação Pericial em Psicologia Forense. Formadora Certificada. Coordenadora Científica da Especialização Avançada em Intervenção Psicológica no Luto no Instituto CRIAP. Coordenadora do livro Luto: Manual de Intervenção Psicológica. Autora de diversos capítulos e artigos científicos.
As vivências do passado e o futuro idealizado ao lado da pessoa que outrora nos fez feliz podem dificultar o reconhecimento de que, no momento presente na atualidade, a relação não está a funcionar.
Destacamos cinco estratégias para colocar em prática com o intuito de reduzir o cansaço provocado pela parentalidade e alcançar uma maior disponibilidade para cuidar dos mais novos.
A ciência psicológica demonstra que a relação construída entre um tutor e o seu animal de companhia, no que remete para os níveis de intimidade e proximidade emocional, pode transcender relações desenvolvidas entre seres humanos.
Esta é uma forma de violência de género contra as mulheres perpetrada por profissionais do contexto de saúde que corresponde a uma violação dos direitos humanos e, por isso, tem vindo a ser reconhecida como um problema de saúde pública.
Ao longo dos anos, as investigações têm vindo a demonstrar que o funeral é um momento importante para que o processo de luto seja vivido em plenitude, na medida em que desempenha várias funções. As explicações são de Mauro Paulino e Sofia Gabriel da MIND – Psicologia Clínica e Forense.
Em Portugal, no ano de 2023, uma investigação do Conselho Económico e Social revelou que cerca de 100 mil portugueses eram viciados em jogar raspadinhas, dos quais 30 mil já tinham sido diagnosticados com perturbação do jogo patológico
Pessoas com perturbação obsessivo-compulsiva relacional vivenciam dúvidas, preocupações e pensamentos repetitivos e obsessivos sobre as suas relações amorosas. As explicações são de Sofia Gabriel e Mauro Paulino da MIND | Instituto de Psicologia Clínica e Forense.
Em Portugal, segundo o Instituto Nacional de Estatística, a taxa de suicídio ronda os 10 por cada 100.000 habitantes, o que significa que, apenas num dia, suicidam-se cerca de três pessoas.
Apesar de uma positividade quase obrigatória e, por vezes, até possivelmente tóxica, em algumas realidades familiares, a verdade é que o Natal pode ser um momento de fragilidade emocional.
Perante a inevitável proximidade do novo ano, podemos sentir-nos motivados para estabelecer novas rotinas ou, por oposição, eliminar velhos hábitos que são mantidos somente pelo conforto e familiaridade, apesar de não contribuírem para o bem-estar.
O processo de luto não é apenas originado pela morte de familiares e pessoas próximas, mas também por todas as perdas simbólicas que envolvem um contexto de guerra.
As investigações têm vindo a reconhecer características singulares que definem e distinguem o processo de luto por homicídio e que explicam os fatores de risco para patologia associados a esta perda. Saiba mais neste artigo.
A perda de um filho é considerada uma das experiências mais traumáticas e violentas que o ser humano pode vivenciar ao longo de toda a sua vida. As explicações são dos psicólogos clínicos e forenses Sofia Gabriel e de Mauro Paulino.
A leitura pode potenciar o nosso desenvolvimento pessoal, enquanto seres humanos, dada a riqueza e conhecimento que pode estar presente em cada página. Um artigo dos psicólogos clínicos Sofia Gabriel e de Mauro Paulino.
Ainda que a maior preocupação dos pais seja o bem-estar dos filhos, particularmente a sensação de segurança e proteção, o receio de dialogar sobre a guerra e aumentar o medo dos menores facilita que os adultos fujam a esta importante conversa.