Existem, tendencialmente, dois tipos de mulheres magras no mundo. Aquelas que, com o seu metabolismo que lhes permite comer o que desejam sem engordar, são naturalmente elegantes e as que, não sendo magras por natureza, adotam comportamentos saudáveis para assim se manterem. No dia a dia, as mulheres que se programam para serem magras e saudáveis aproveitam todos os momentos para fazer atividade física.

Sobem escadas, transportam as compras, fazem limpezas, lavam o carro e/ou andam a pé. Perante um acesso de fome, selecionam alimentos mais saudáveis e menos calóricos, para não engordarem, como é o caso de pão integral com queijo fresco, fruta fresca com frutos secos ou de um iogurte com sementes. Após um excesso alimentar, fazem um corte no consumo de calorias e/ou aumentam o dispêndio calórico na atividade física.

Além disso, fazem refeições de três em três horas, tendem a sentar-se à mesa, a comer de faca e garfo e evitam petiscar. Como se não bastasse, as suas escolhas alimentares são feitas com o objetivo de ingerirem poucas calorias, pouca gordura e pouco açúcar. Por isso, na sua despensa e frigorífico existem sempre fruta, vegetais, produtos integrais, queijos magros e sopa. É em situações de stresse que mais se distinguem.

As mulheres magras diferem muito das que têm excesso de peso. As primeiras tendem a perder o apetite ou, mesmo que isso não aconteça, o seu metabolismo aumenta de forma exponencial, tendo tendência para ajudá-las a emagrecer. Já as mais gordinhas tendem a tranquilizar-se com alimentos, aumentando de peso. Se não está satisfeita com o seu corpo, está na altura de tomar uma decisão de uma vez por todas. De que lado é que quer estar?

 Texto: Teresa Branco (fisiologista da gestão do controlo do peso e diretora do Instituto Prof. Teresa Branco)

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