É evidente que atualmente todos estamos preocupados com a nossa saúde, todos olhamos para as notícias à espera da solução iminente para que voltemos à normalidade e possamos finalmente abraçar quem queremos. A verdade é que inconscientemente muitos de nós estão a descarregar as frustrações deste ano na alimentação. É, por isso, necessário não esquecer a importância da comida para a nossa saúde.

Há já muitos anos que está comprovado que somos o que comemos e que a nossa saúde depende (e muito) das nossas rotinas alimentares e dos ingredientes que ingerimos todos os dias. Para nós, nutricionistas, a preocupação com a alimentação é diária, tal como a exaltação e da tão cobiçada alimentação saudável, e o nosso trabalho aumentou ainda mais neste ano tão atípico. O facto de os portugueses terem estado em confinamento durante alguns meses levou-os a uma mudança drástica da sua rotina e, por consequente, a uma alteração abrupta na sua alimentação.

Trabalhar ao lado de um frigorífico e, ao mesmo tempo, não poder sair de casa, veio dificultar quem tinha um cuidado diário com a sua alimentação e com o seu corpo.

Os ingredientes que tem no frigorífico

De modo a evitar consequências prejudiciais a curto, bem como a longo prazo, torna-se importante explicar que o mais relevante a ter em conta na sua alimentação são os ingredientes que tem no frigorífico.

A importância dos alimentos que estão em nossa casa são decisivos para voltarmos a comandar a nossa saúde e, consequentemente, combater os excessos do confinamento. O que importa é reverter o paradigma atual, voltar aos bons hábitos e eliminar rapidamente do organismo o que lhe faz mal.

E atenção, uma boa dieta permite, fundamentalmente perder peso às custas da gordura e, como tal, o mais importante é ativar uma dieta eficaz e, acima de tudo, segura.

A recomendação

Segundo diversos estudos científicos, a dieta cetogénica sendo muito baixa em gorduras é a ideal para este efeito – reduz os hidratos de carbono a níveis mínimos necessários e, com isso, força o metabolismo a utilizar a reserva de gordura que existe no corpo enquanto fonte de energia. A este processo chama-se cetose. Daí o nome da dieta.

A recomendação é combinar com atividade física e acima de tudo, com supervisão médica, sim, médica. Um médico pode, e deve, prescrever uma dieta em função das necessidades do paciente, sempre depois de olhar para os seus exames médicos.

É necessário trazer este tema para a agenda pública, discuti-lo com seriedade e voltar a dar prioridade à alimentação enquanto um fator relevante na saúde. Por outro lado, importa olhar que para quem pretende perder peso enquanto um paciente, assumindo-o enquanto compromisso médico, num contexto atualizado e através de uma resposta clínica para que a dieta não só cumpra os objetivos, mas, acima de tudo, não desregule ao restante organismo e seja sinónimo de saúde.

Um artigo da nutricionista Cátia Coelho, Coach no Pronokal Group.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.