A vitamina D é um nutriente indispensável na dieta, sobretudo para a absorção intestinal do cálcio para também para evitar uma série de doenças.

A vitamina D pode ser obtida de duas formas: a partir da dieta ou por síntese cutânea decorrente da exposição solar. Ambas são essenciais para a manutenção da saúde óssea e do bem-estar físico e mental.

Um número crescente de estudos tem mostrado que a falta de vitamina D no organismo está relacionada com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes, cancro e várias patologias autoimunes. Tal tem suscitado o interesse por este micronutriente.

As necessidades diárias de vitamina D aumentam com a idade. As crianças e adultos necessitam de 200 UI de vitamina D, por dia, sendo que a partir dos 50 e 70 anos estas necessidades aumentam para 400 e 600 UI/dia, respetivamente.

Alguns alimentos e o seu aporte em vitamina D

  • Óleo de fígado de bacalhau (15ml) - 1350 UI
  • Sardinha grelhada (100g) - 920 UI
  • Goraz grelhado (100g) - 680 UI
  • Corvina cozida (100g) - 640 UI
  • Enguia frita (100g) - 560 UI
  • Solha grelhada (100g) - 440 UI
  • Linguado grelhado (100g) - 400 UI
  • Salmão grelhado (100g) - 368 UI
  • 2 Ovos M (126g) - 86 UI
  • Cereais de pequeno-almoço fortificados (30g) - 38 UI
  • Creme vegetal com fitosteróis (10g) - 32 UI

Além de uma ingestão regular de peixes gordos (como a sardinha e o salmão) ricos em vitamina D, duas a três vezes, por semana, é fundamental que passe regularmente algum tempo no exterior, ao sol. Os raios solares asseguram a síntese da vitamina D no organismo, contudo a exposição solar deve ser moderada, de modo a evitar lesões cutâneas.

É importante ainda realçar que esta vitamina têm um grande número de utilidades e associações com várias patologias e situações clínicas, além da função que exerce na fixação do cálcio no organismo.

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