"Não foi detetado nenhum caso novo da mutação no vison, Cluster 5, desde 15 de setembro, razão pela qual o instituto de controlo de doenças infecciosas (SSI) considera que ela possivelmente foi erradicada", declarou o ministério, que publicou um comunicado a anuncar o levantamento da maioria das restrições impostas na região afetada.

Em vigor desde 5 de novembro, estas restrições, consideradas drásticas de acordo com os critérios dinamarqueses (limitação de deslocamentos, encerramento de bares, cafés e restaurantes, em particular), afetaram sete comunas da Jutlândia do Norte, com 280.000 habitantes. Em princípio, permaneceriam até 3 de dezembro.

A deteção desta mutação levou a Dinamarca a ordenar o abate de cerca de 17 milhões de visons.

Com três vezes mais visons do que habitantes, o pequeno reino nórdico é o maior exportador mundial e o segundo maior criador atrás da China, com um faturamento neste setor de cerca de 670 milhões de euros.

Mas esse animal da família dos mustelídeos, muito valorizado pela sua pele usada na confeção de roupas de luxo, apresenta problemas no combate à COVID-19: pode não só contrair a doença, mas também infetar humanos.

O SSI identificou quatro outras mutações originadas em visons, mas que não apresentaram o mesmo problema que o Cluster 5, detetado em 12 pessoas entre agosto e setembro.

De acordo com o ministério da Saúde, os resultados do sequenciamento do vírus na Jutlândia do Norte entre 26 de outubro e 8 de novembro indicam que entre 20 e 28% de todas as amostras tiveram resultado positivo para uma mutação do vison, contra entre 43 a 52% nas duas semanas anteriores.

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