Os responsáveis da União das Misericórdias e da Unidade de Missão de Cuidados Continuados vão ser hoje ouvidos no Parlamento sobre os atrasos nos pagamentos dos serviços prestados pelo setor social.

O PS tinha solicitado a audição urgente do presidente das Misericórdias, Manuel Lemos, na comissão de saúde sobre os alertas lançados pela organização em relação a atrasos nos pagamentos a parceiros envolvidos na prestação de cuidados continuados.

Também o PSD pediu para ouvir a responsável pela Unidade de Missão dos Cuidados Continuados integrados.

Estas audições foram suscitadas por declarações no Parlamento do ministro da Saúde, Paulo Macedo, que admitiu não ter dinheiro para pagar às Misericórdias, no âmbito da prestação daqueles serviços.

Num debate parlamentar em outubro, o governante lançou fortes críticas à forma como foram geridos os cuidados continuados no tempo do anterior Governo.

“Esse dossier dos cuidados continuados é dos mais desastrosos que eu vi naquele ministério”, afirmou.

Sobre a falta de pagamento às Misericórdias, o responsável por estas estruturas, Manuel Lemos, avisou já que algumas unidades correm o risco de fechar e que os doentes aí assistidos podem ter de ser entregues aos hospitais públicos.

09 de novembro de 2011

@Lusa

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