Os profissionais de saúde já salvaram muitas vidas durante a pandemia da COVID-19, mas perderam outras e isolaram-se das famílias para poderem combater o vírus. Qual o impacto destes fenómenos na sua saúde? Estarão no limite? Como cuidar de quem trata da saúde dos outros?

Estas são algumas das perguntas de partida que juntam os psicólogos Sónia Pinote Bernardes, Miguel Ricou e David Barreira, com moderação da jornalista Teresa Dimas, num debate em direto no site da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) às 21h45 do dia 26 de março.

Para assistir, basta aceder à página online no dia e hora do encontro.


Portugal registou na quinta-feira nove mortes relacionadas com a COVID-19, o valor mais baixo desde domingo, e 423 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O número de óbitos tem vindo a baixar nas últimas semanas, com um mínimo de seis mortes no domingo, número que não era alcançado desde 02 de outubro.

Desde março de 2020, Portugal já registou 16.814 mortes associadas à COVID-19 e 819.210 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

De acordo com os últimos dados da Direção-Geral da Saúde, Portugal tem atualmente 1.434.044 pessoas vacinadas contra a COVID-19: 973.181 com a primeira dose e 460.863 com a segunda dose.

A pandemia de COVID-19 provocou, pelo menos, 2.745.337 mortos no mundo, resultantes de mais de 124,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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