"O Oscar de la Renta era imigrante. E estamos orgulhosos e gratos por isso", declarou a ex-candidata presidencial no prestigiado Vanderbilt Hall, um dos salões da estação de comboios Grand Central, em Nova Iorque.

Foi uma referência clara à política de Donald Trump, que emitiu um decreto presidencial, atualmente suspenso pela Justiça americana, que bloqueia a entrada de refugiados e muçulmanos de sete países nos Estados Unidos.

O atual presidente também prometeu deportar milhões de imigrantes ilegais, a maioria latinos, e construir um muro na fronteira com o México.

Nascido na República Dominicana, Oscar de la Renta instalou-se nos Estados Unidos em 1963 e, dois anos depois, lançou a sua própria marca, que se tornou uma referência do prêt-à-porter de luxo.

Quando morreu, aos 82 anos, em outubro de 2014, ainda estava à frente da marca e das suas coleções.

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"Que hajam muitos, muitos mais imigrantes com o mesmo amor pelos Estados Unidos que Oscar de la Renta exemplificou todos os dias da sua vida", acrescentou Hillary, que ficou amiga do estilista na altura em que foi Primeira-dama.

A ex-secretária de Estado foi aplaudida de pé, na presença do estilista Ralph Lauren, cujos pais também imigraram para os Estados Unidos, e da editor-in-chief da revista Vogue, Anna Wintour.

A cerimónia também contou com a presença do ex-presidente da câmara de Nova Iorque Mike Bloomberg, que usou o exemplo de Oscar de la Renta para recordar "a contribuição extraordinária e diária dos imigrantes para com a nossa cidade, o nosso país".

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