O segundo dia de ModaLisboa ficou marcado não só pelo sol, que levou bastantes fashionistas a marcar presença nas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento do Exército, mas também pelos designers que apresentaram as suas coleções.

João Magalhães, da plataforma LAB, foi o primeiro designer a abrir a passerelle deste segundo dia. A coleção com essência no design, surge na procura da forma através da manipulação de materiais, cores e proporção. As peças são reinterpretadas em diferentes intervenções artísticas e os materiais sintéticos coabitam com os tecidos tradicionais.

De seguida, foi a vez da marca Buzina, uma estreia na passerelle da ModaLisboa de uma marca que prima pela nobreza e exclusividade dos materiais pelos quais já é conhecida. Sob o tema ‘Input’ a coleção mostra peças oversizes de silhuetas femininas com tons neutros e onde ressaltam as cores como o fúcsia, os verdes, os azuis e os terra. O ponto alto do desfile foi a presença da apresentadora Carina Caldeira, do Glitter Sow.

Patrocinado pelo Portugal Fashion foi a vez de Luís Buchinho mostrar as suas propostas para a próxima estação. A aposta nas geometrias com influências Deco ficou traduzido em peças com uma componente gráfica forte, tanto na silhueta como nos padrões. Também ele, contou com a presença de duas caras bem conhecidas do público, Luísa Beirão e Sónia Balacó.

‘Grey Gardens’ foi o nome escolhido para a coleção de Ricardo Preto. O designer optou por looks irreverentes com silhuetas sobrepostas, fluídas e assimétricas combinadas com formas rígidas, estruturadas e oversized. Nas cores o destaque foi para os azuis, os verdes, o amarelo mineral, os vermelhos e o roxo safira combinados com o azul e o rosa pastel.

O sol já se tinha posto quando Luís Carvalho pisou a passerelle com a coleção ‘Colougraphic’, perante uma sala repleta de espetadores. Inspirada em artistas plásticos o destaque desta é sem dúvida a mistura de cores, com tonalidades fortes compostas pelo vermelho, rosa e amarelo, alternados com tons neutros como o preto, o cru e o cinza gelo. As silhuetas oversized e estruturadas surgem em materiais como fazendas, crepe e tule bordado.

Kolovrat apresentou os imigrantes do futuro. Uma coleção onde as silhuetas são alongadas e os tons neutros, que vão posteriormente tornando-se mais intensos.

De seguida, foi a vez de Gonçalo Peixoto agitar a passerelle ao mostrar uma coleção que quebrou regras através de silhuetas, tecidos e cores. ‘Rebellion’ surge como uma manifestação que se reapropriou da conotação “minissaia sexy”, com uma abordagem edgy, cool e despreocupada.

Nuno Gama encerrou o segundo dia de desfiles com um formato ‘See Now Buy Now’, com a coleção ‘Sado’ que apela a uma indústria mais ética, sustentável e inclusiva apostando no uso de matérias primas naturais, desde a lã aos algodões. O contraste do formal com detalhes metropolitanos são visíveis nas peças que utilizam os jogos de volume e desafiam as escalas de proporção da moderna vida urbana.

Amanhã segue-se mais um dia repleto de desfiles que não pode perder, enquanto isso não se esqueça de acompanhar tudo o que se passa nesta 54ª edição aqui!

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