O Sol da Caparica, organizado pelo Grupo Chiado e a Câmara de Almada, não se realizou em 2020 e 2021, devido à pandemia da COVID-19, e o regresso, este ano, é festejado com cinco dias de música, comédia e dança, ao contrário dos habituais quatro dias.

Até ao próximo dia 15, quando fecha portas, no festival vão atuar nomes como José Cid, Ana Moura, Bonga, Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra e Alcoolémia, entre outros.

O recinto tem uma capacidade para 35.000 espetadores por dia, e a expectativa é esgotar os bilhetes, “dada a procura já registada com os passes de cinco dias”, disse fonte da organização.

Uma das novidades deste ano é um palco dedicado à dança, onde atuarão “cerca de 250 bailarinos, entre o grupo residente (presente diariamente em palco), Jazzy Dance Crew, e os grupos convidados Dance Coolture, Dance Life Academy, Feel It Company, Kriss Kross Crew, Latin Attitude, Lil Malaikes, MGBoos, Star Fyah Crew e Soulja Fighters, que proporcionarão, através de ‘battles’ [batalhas], verdadeiros espetáculos de hip-hop, ‘popping’, ‘house’ e ‘break dance'”, antecipou a organização.

Outra novidade, “pela primeira vez, a música eletrónica vai estar presente em todos os dias do festival, com um palco próprio pelo qual vão passar vários DJ” como Buruntuma e Rich & Mendes, Dj Vibe, Dj Zullu, Dj Vuddu, Diego Miranda, Danni Gato, Karetus, Afrokillerz, Zanova e Hugo Tabaco.

O Festival, no qual atuará, na sexta-feira, Richie Campbell e Syro, e, no sábado, Cuca Roseta, Karyna Gomes e Nuno Ribeiro, conta com o habitual parque de desportos radicais, e o regresso da Zona Graffiti. A Zona de Gaming “será reforçada”, enquanto a restauração vai ser “alargada ao longo do espaço verde e a Zona Zen terá um lounge diferenciador”.

O Palco Comédia, no anfiteatro do parque, tem curadoria de Nuno Duarte, conhecido por Jel, e por passarão por lá Fernando Rocha, João Nuno Gonçalo e Miguel Neves, no dia de abertura, quinta-feira, Diana Nogueira, Gilmário Vemba e João Pinto, na sexta-feira. No sábado, atuam Hugo Sousa, Mangope e Vasco Elvas e, no domingo, Aldo Lima, Chico Alves e Rui Xara.

A manhã de sábado é dedicada às crianças. Além dos espetáculos, com “As Canções da Maria” e Miss Cindy, e também de dança e teatro, as crianças, quando chegarem ao recinto, entram no “Mundo de Noa”, a nova mascote deste dia, que “pretende ensinar hábitos sustentáveis e incentivar a proteger” recursos, sensibilizando os mais novos “para pequenas mudanças, pois são eles o nosso futuro”.

O espaço terá “variados pontos de animação”, com pinturas faciais, aulas de skate e “jogos gigantes como o Aero Bungee (onde devem saltar bem alto e salvar os animais marinhos em extinção) ou o Buble Football (simulação do fundo do mar, com o objetivo de chutarem todo o plástico fora)”.

Metade do valor dos bilhetes desta manhã será doada à Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.

No recinto, mantém-se o palco principal e o palco secundário, por onde vão passar os diversos nomes da música lusófona, e “onde se vão ouvir ritmos tradicionais da música portuguesa, brasileira e africana”.

Nesta 7.ª edição, a “grande aposta continua a ser a promoção da região, bem como da música dos países de língua oficial portuguesa e o entretenimento e a experiência para todos os que passem pelo recinto”.

No último dia do festival, 15 de agosto, o palco eletrónica é de Djeff, Vanco e Massivedrum, KURA, Kevu e Tiger Lewis.

No encerramento estão também previstas as atuações de de Bárbara Bandeira, Carlão, Gil Semedo, José Cid, Kevinho, Maneva, Maninho, Mc Don Juan, Nenny, Papillon, Tiago Bettencourt, Yuri NR5 e Os Quatro e Meia.

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