Todos os dias são realizadas alguns milhares de milhões de pesquisas a nível global, sendo que 15% destas buscas são uma novidade: nunca tinham sido feitas anteriormente.

A Internet ajudou a democratizar o acesso à informação, mas também trouxe desafios do mundo offline para o mundo online: a desinformação.

Com a missão de promover a literacia mediática dos utilizadores, a Google partilha sete conselhos que todos podem seguir para evitar a armadilha das fake news.

Uma pesquisa mais informada ajuda a combater a desinformação.

1. Verificar a credibilidade das suas fontes

Ao pesquisar na web, certifique-se que o site que está a visitar é a melhor fonte de informação para a sua pesquisa. Considere o objetivo principal do site e questione-se: “Em que é que estão a tentar ajudar-me? Qual é o objetivo ao fornecer essas informações? As informações no site estão alinhadas com outras fontes confiáveis?”

Outra forma de verificar a credibilidade de um site passa por consultar fóruns ou páginas de discussão online para ver o que as outras pessoas estão a dizer sobre o site.

2. Procurar a cobertura de notícias

O que é melhor do que uma fonte? Várias fontes. Veja como (e se) diferentes meios de comunicação noticiaram o mesmo acontecimento/ facto para ter uma visão mais completa sobre determinado tópico.

Basta pesquisar a informação através do modo de notícias disponível na barra de pesquisa da Google ou procurar diretamente por um tópico em news.google.com.

3. Fazer mais do que uma pesquisa

Muitas vezes, as pessoas fazem uma pesquisa, veem os primeiros resultados na página web e assumem que encontraram a resposta que procuravam. Mas, uma simples pesquisa sobre um tópico complexo pode não ser suficiente para encontrar a resposta a uma determinada pergunta.

A realização de duas ou três pesquisas oferece uma série de perspetivas e fontes confiáveis para uma visão mais completa sobre o assunto.

4. Verificar se uma imagem está a ser utilizada no contexto correto

Uma imagem vale mais que mil palavras, como diz o velho ditado. Mas uma imagem  também pode ser utilizada fora do contexto ou editada com o objetivo de manipular o utilizador.

Este, por sua vez, tem a opção de pesquisar no Google usando uma imagem (em vez de texto, como é mais habitual), com o objetivo de verificar se esta já apareceu online anteriormente e em que contexto, para assim averiguar se o seu significado original foi alterado.

5. Consultar os sites verificadores de factos

Tem dúvida sobre a veracidade de uma informação? Faça o teste: experimente pesquisar um tópico no Fact Check Explorer, que reúne mais de 100.000 verificações de factos provenientes de meios de comunicação credíveis em todo o mundo.

6. Usar o Google Earth ou Street View para verificar a localização

Acontecimentos que têm lugar em localizações distantes do utilizador podem mais facilmente ser alvo de manipulação, devido à falta de familiaridade que este tem com esses locais.

Se o utilizador quiser saber se uma fotografia é realmente do local que diz ser, basta pesquisar esse mesmo local no Google Earth ou no Street View do Google Maps para confirmar a credibilidade da informação.

7. Não incluir a resposta na pergunta de pesquisa

Muitas vezes decidimos saber mais sobre um determinado tema quando já suspeitamos de uma resposta. Mas incluir essa resposta no processo de busca pode influenciar os resultados da própria pesquisa.

Por exemplo, se pesquisarmos “Os golden retrievers pesam 85 quilos”, corremos o risco de encontrar “85 quilos” na página web de resultados.

Em vez disso, devemos pesquisar apenas por "peso dos golden retrievers", pois dessa forma teremos acesso a uma maior variedade de resultados.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.