A posição sentada tende a agravar a dor, que se acompanha de uma sensação de queimadura de formigueiro ou choque elétrico. Pelo contrário, a dor melhora durante a marcha ou na posição deitada, mas, quando é muito intensa, pode tornar difícil a posição de pé ou a marcha. A tosse e espirro podem agravar a dor.

As dores podem também atingir a região lombar da coluna, embora sejam mais intensas no membro inferior

A falta de força e a sensação de “perna dormente” podem tornar difícil o movimento da perna ou do pé. Esta dor pode ser permanente, tornando-se, neste caso, incapacitante.

Na maioria dos casos, os sintomas melhoram ao fim de algumas semanas ou meses, apenas com recurso a analgésicos. Se os sintomas forem muito graves ou incapacitantes poderá ser necessário recorrer a cirurgia.

Prevenção

Mantendo um peso dentro do normal, praticando atividade física de forma moderada e tendo cuidado com as posturas principalmente com os movimentos com impacto como saltos ou corrida e com o “ dobrar da coluna” para apanhar objetos.

Tratamento

O tratamento inicial é conservador com fisioterapia e com medicação como  analgésicos e anti inflamatórios.

Caso não resolva com esta abordagem é necessário utilizar outro tipo abordagem com tratamentos minimamente invasivos como ozonoterapia intra discal, radiofrequência, nucleoplastia com laser, para os casos em existe uma hérnia com tamanho moderado ou nos casos em que existe inflamação as epidurais transforaminais são uma opção.

Nos casos mais graves, pode ser necessário a cirurgia, sendo de destacar os avanços que tem havido nesta área nomeadamente com a cirurgia endoscópica da coluna que permite tratar a hérnia com muito menos complicações.

Um artigo do médico Armando Barbosa, anestesiologista e especialista no tratamento da dor nas clínicas PainCare.

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