Lá por já poder andar na rua com alguma liberdade, não significa, no entanto, que o surto pandémico de COVID-19 tenha terminado, pelo que não deve facilitar. Os primeiros 10 dias de desconfinamento não fizeram subir a curva epidemiológica em Portugal mas isso não significa que já o pode desvalorizar e ignorar as medidas recomendadas pelas autoridades de saúde nacionais e internacionais. Em vários países, verificaram-se, nesta fase, retrocessos que importa contrariar.

E está, literalmente, nas suas mãos, que deve continuar a lavar, fazê-lo para travar a pandemia de SARS-CoV-2 que obrigou o mundo a recolher-se em casa durante semanas a fio. Há alguns cuidados básicos que o podem proteger a si e à sua família da COVID-19 que já tinha de ter antes e durante o surto e que não se pode esquecer de continuar a ter nesta fase. "As medidas são simples, mas é importante que sejam todas elas adotadas. Só assim é possível prevenir a doença", alerta um artigo da Prevenir.

1. Continue a lavar as mãos frequentemente

Deve lavá-las com água e sabão ou usar uma solução à base de álcool sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com pessoas doentes, como fazia até aqui. Bastam 20 segundos para lavar as mãos corretamente. A lavagem das mãos é a medida mais efetiva para prevenir a infeção por SARS-CoV-2. As gotículas, secreções e aerossóis de pessoas infetadas podem depositar-se nos objetos e nas superfícies quando espirram ou tossem. Essa lavagem ajuda a eliminar os vírus.

2. Continue a proteger a boca e o nariz ao tossir ou espirrar

Nunca use as mãos para o fazer nas alturas em que não está a usar máscara, pois elas são um dos principais veículos de transmissão da doença. Use, antes, um lenço de papel ou o antebraço. Deite o lenço para o lixo e lave sempre as mãos a seguir a tossir ou espirrar. Quando uma pessoa tosse, espirra ou fala, se não estiver a usar proteção facial, liberta gotículas, secreções ou aerossóis que podem ser inspirados por outras pessoas ou depositar-se nos objetos e nas superfícies que a rodeiam.

3. Continue a evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos

A COVID-19, como já foi amplamente divulgado, transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando falamos, tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, o nariz e/ou os olhos de quem estiver mais próximo. Essas gotículas também podem depositar-se nos objetos ou nas superfícies que rodeiam a pessoa infetada e depois infetar outras pessoas que, depois de tocarem nestes objetos ou nessas superfícies, levem as mãos aos olhos, nariz ou boca.

4. Continue a evitar o uso desnecessário de máscara cirúrgica

O uso de máscara para proteção individual é obrigatório para pessoas com sintomas de infeção respiratória (tosse ou espirro), para suspeitos de infeção pelo novo coronavírus, para pessoas que prestem cuidados a suspeitos de terem COVID-19 e para todos os que frequentem estabelecimentos comerciais, espaços de atendimento ao público e transportes públicos, em complemento das restantes normas de prevenção impostas pelas autoridades, como a distância de segurança.

O mau uso de máscara cirúrgica pode conferir uma falsa sensação de segurança, pelo que há uma série de cuidados que, segundo a Direção-Geral da Saúde e a Organização Mundial de Saúde, deve ter. A máscara mal colocada e mal retirada não funciona. A máscara pode ainda levar à acumulação de vírus se usada muitas horas. O contacto das mãos com a máscara contaminada leva à propagação da doença. As pessoas que possam estar infetadas devem sempre colocar uma máscara.

5. Continue a previlegiar as informações das fontes oficiais

A Direção-Geral da Saúde tem alertado para a (muita) informação falsa a circular na internet e nas redes sociais e apela ao bom senso da população para a atenção quanto à circulação de informação e mensagens não oficiais e não confirmadas, de forma a evitar alarmismos infundamentados. Siga as recomendações deste organismo de saúde pública, que estão disponíveis no microsite criado para manter a população portuguesa informada sobre a evolução nacional do surto viral de COVID-19.

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