14 de janeiro de 2014 - 11h12
A Câmara Municipal de Pombal admitiu hoje que os trabalhos de requalificação e ampliação do centro de saúde da cidade, um investimento de 1,1 milhões de euros, tenham início até ao final do primeiro trimestre do ano.
“A obra está adjudicada, foi candidatada ao Mais Centro [Programa Operacional Regional do Centro] através de um convite direto ao município. Ainda não temos a decisão final, mas a nossa expectativa é contar com um financiamento comunitário de 85 por cento, cabendo ao município 15% para a parte imóvel”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal, Diogo Mateus.
O autarca social-democrata explicou que, “sob o ponto de vista físico, o projeto foi desenvolvido para salvaguardar duas unidades de saúde familiar em Pombal, que vão partilhar o mesmo espaço, mas que, funcionalmente, trabalharão de forma autónoma”.
“Haverá serviços comuns às duas unidades, como a higienização, a esterilização, os armazéns ou a secretaria-geral”, exemplificou o presidente do município, referindo que a criação das unidades determinou a criação de mais gabinetes.
Quanto à requalificação do edifício, passa pela substituição da cobertura, janelas e portas, da renovação do sistema de saneamento, eletricidade e água, isolamento das fachadas ou a instalação de um novo elevador. Todo o equipamento vai ser, também, renovado.
“Temos, também, a integração dos serviços do ex-Instituto da Droga e da Toxicodependência, que funcionam em instalações arrendadas há 16 anos, pelo que deixa de haver esse encargo municipal”, adiantou Diogo Mateus, reconhecendo que, apesar de a saúde não ser uma competência da autarquia, a “importância que a obra tem para a freguesia e para o concelho justifica a assunção deste investimento”.

Segundo informação da autarquia, no rés-do-chão do edifício, além será remodelado e ampliado para terreno municipal, está prevista a criação de cinco gabinetes médicos e instalações destinadas ao Centro de Apoio à Toxicodependência.
O primeiro piso passa a comportar 12 gabinetes médicos e uma área destinada à saúde materna e infantil, além de outros espaços.
A obra, cujo início está dependente da assinatura do contrato de financiamento, tem um prazo de execução de um ano, procurando-se, agora, “uma solução sob o ponto de vista técnico e funcional, mas não muito dispendiosa, na cidade de Pombal, para receber os serviços de saúde transitoriamente”, declarou o autarca, acrescentando que esta despesa será suportada pela câmara.
Diogo Mateus realçou, ainda, a “boa articulação entre a administração local e a [administração da] saúde relativamente à capacidade de aproveitar bem os fundos comunitários” para a concretização dos “objetivos de reorganização de serviços de saúde” através de novas “instalações que podem corresponder a esse desejo”.
Lusa

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