Os investigadores descobriram que os adolescentes que participam em atividades culturais juntamente com os pais tinham mais propensão em continuar os estudos após os 16 anos, do que os que não participaram ou até mesmo em comparação com os que frequentam salas de estudo ou atividades extra-curriculares.

A Dr Dimitra Hartas, professora do Centro de Estudos de Educação da Universidade de Warwick e que conduziu a pesquisa, revela: "A proximidade emocional aos pais e o capital cultural revelaram ser mais positivos do que os trabalhos de casa feitos em conjunto com os pais".

Os dados do estudo resultaram de uma pesquisa anual conduzida pela Universidade de Essex, em Londres, tendo em conta as 10.931 respostas de adolescentes.

Foram analisados fatores como intimidade familiar, dinâmica emocional, bullying, amizades e trabalhos de casa. E as conclusões mostram que a inclinação para resolver problemas era um fator importante na aspiração em prosseguir os estudos. Os adolescentes que revelaram pouca confiança em resolver problemas, tinham 30% mais probabilidade de não prosseguirem os estudos.  Os que não se sentem emocionalmente ligados aos seus pais também demonstraram pouco interesse em frequentar uma universidade.

"Estes resultados têm implicações significativas para a família e política educacional, especialmente no que diz respeito a "aumentar as aspirações" e reduzir o abandono escolar precoce", conclui Dr Dimitra Hartas.

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