Passou por Portugal mas não seguiu para Cascais, ao contrário do que a imprensa portuguesa chegou a avançar. De acordo com os órgãos de informação espanhóis, Juan Carlos I terá viajado para a República Dominicana e estará alojado numa das luxuosas propriedades do magnata dominicano Pepe Fanjul. A notícia está a ser avançada pelo jornal El Mundo, que afirma que o rei emérito do país vizinho se despediu de um grupo de amigos, na capital espanhola, no último fim de semana.

"Estava bem disposto e desvalorizando o assunto [investigações atualmente em curso por causa de alegadas transferências monetárias para paraísos fiscais e de suspeitas de fraude fiscal]. Disse-nos, com a maior das normalidades, que talvez regresse em setembro", confidenciou ao jornal espanhol um dos empresários presentes no encontro. Na altura em que a carta que escreveu ao filho, o rei Filipe VI, a anunciar a intenção de abandonar Madrid foi tornada pública, já não estaria no país.

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O jornal espanhol ABC garante que Juan Carlos I, que está a ser investigado por corrupção e branqueamento de capitais, aterrou em Santo Domingo, capital da República Dominicana, mas o diário digital português Observador também avança com a possibilidade do ex-governante poder estar em Marrocos. "Este exílio é um assunto tabu", afirmou ao site El Español um colaborador próximo do rei emérito. Para além do filho e do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, apenas mais três pessoas terão conhecimento do paradeiro do monarca. Um deles é Félix Sanz Roldán, ex-líder do Centro Nacional de Inteligência (CNI) e amigo de Juan Carlos I.

O seu advogado, Javier Sánchez Junco, assim como Jaime Alfonsín, chefe da Casa Real Espanhola e braço direito do atual rei, também sabem para onde o rei emérito viajou. Nascido em Roma, em Itália, a 5 de janeiro de 1938, reinou entre 1975 e 2014, abdicando a favor do filho, que terá aconselhado o pai a exilar-se para salvaguardar a monarquia. Para se distanciar publicamente do pai, a 15 de março, em plena pandemia, o marido de Letícia da Espanha renunciou à herança do progenitor.

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