Meghan Markle começou a trabalhar no seu projeto para a Netflix, numa parceria com David Furnish, em 2018, antes de deixar Inglaterra e a realeza britânica no âmbito do processo que ficou conhecido como 'Megxit'.

Segundo o Page Six, Markle e Furnish já estavam em negociações com a plataforma de streaming quando a duquesa ainda trabalhava para a família real e vivia no Reino Unido.

Note-se que em março, durante a entrevista que deram a Oprah Winfrey, Harry garantiu que ele e a mulher nunca tinham conversado com os gigantes com quem acabaram por negociar - Netflix e Spotify. Tal, segundo o príncipe, só começou a aconteceu quando decidiram deixar de fazer parte do círculo senior da realeza.

Na altura, Harry acrescentou que mudou de vida graças à fortuna que herdou da mãe, a princesa Diana. "Tinha o que a minha mãe me deixou, e sem isso, não conseguiríamos ter feito isto", revelou.

Numa outra ocasião, o príncipe revelou que não fazia ideia do interesse da Netflix. "Não tínhamos pensado nisso. Havia diferentes opções. E repara, da minha perspetiva, tudo o que precisava era de dinheiro suficiente para conseguir manter a minha família segura", completou.

A publicação refere que a série da Netflix era um dos projetos que Meghan tinha em mãos enquanto membro trabalhador da realeza, à semelhança do seu livro de culinária solidário e ainda a capa da Vogue britânica que chegou a editar.

Leia Também: O novo projeto de Harry e Meghan na Netflix será uma série de animação

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