Ocorreu-me pensar um pouco sobre a capacidade de verbalizarmos as nossas emoções. As mulheres, com destacada vantagem em relação aos homens, têm a enorme capacidade de verbalizarem as emoções de uma forma natural. As mulheres têm o condão de saberem falar daquilo que as incomoda, das expetativas e frustrações que carregam. Isso é muito positivo. Nas consultas de astrologia isto é mais do que óbvio.

Essa capacidade de verbalização das emoções permite afastar, aligeirar ou curar muitos sintomas que se podem transformar em situações mais graves na vida das pessoas. Sem irmos mais longe, vejam-se os milhares de blogues que existem na internet. As mulheres conseguem falar de tudo o que lhes vai na alma. De tudo, mesmo. Os blogues dos homens são, regra geral, de outra natureza.

O ser humano nasce com o “kit” de avisos para a sua cura pessoal: intuição, emoções e corpo físico. Digamos que seria o nosso manual de instruções. Os bebés sabem usar a intuição. Vão crescendo e aos 3 ou 4 anos, (ou antes) a família e a comunidade (escolinha, etc.) tudo fazem para encharcar a criança com questões meramente mentais, tapando com isso a sua natural intuição. A Lua também é intuição. Por informações que vou tendo, já há muitos educadores sintonizados com novas formas de preparar as crianças.

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Se vamos perdendo o contato com a nossa intuição, há uma outra energia que está sempre presente: as emoções. Novamente, a Lua. Dar atenção ao estado emocional (não confundir com sentimental / amoroso) é importante para evitarmos situações desastradas na nossa vida. Uma Lua progredida pode ajudar imenso na compreensão de certas situações na nossa vida.

A última parte do nosso “kit” diz respeito ao corpo físico. Quando não damos atenção às nossas emoções, o corpo físico começa a emitir sinais. Quando o corpo emite avisos, é sinal que alguma coisa anda mesmo mal connosco mesmos. Chegamos a adoecer. Por vezes, com sérias complicações. É necessário reaprender a conhecer os sinais da nossa intuição, das nossas emoções e, por fim, do nosso corpo físico.

O corpo só fala quando as outras vias estão entupidas ou tapadas – a intuição e as emoções. As ferramentas astrológicas podem dar-nos preciosas informações do nosso estado anímico no momento.

Imagine isto: damos um jeito ao ombro direito e ficamos com dores. No mínimo, significa que a pessoa anda a forçar alguém para fazer determinada coisa. A outra pessoa não gosta da ideia, e até sabemos isso. Sabemos isso no mais fundo de nós mesmos. Sabemos que estamos a forçar alguém a fazer uma coisa contra a sua vontade. Ah! Casais, namorados e amigos!

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Mas, obstinados, forçamos… A intuição diz-nos que não deveríamos forçar. Num segundo nível, as nossas emoções ficam voláteis e avisam-nos que não deveríamos seguir aquele caminho. Nós mesmos vamos tapando os avisos. Só resta a última oportunidade e sempre a mais dolorosa – o corpo avisa-nos… arranjando uma forma de darmos um jeito ao ombro direito. Claro que há variações neste jeito dado ao ombro direito. Pode ir de uma leve impressão de incómodo até situações bem mais graves. Depende sempre daquilo que andamos a fazer.

É aquela velha máxima: “O material tem sempre razão”.

Os que estudamos astrologia, deveríamos estar aptos a prestar atenção a estes pormenores e, assim, termos uma visão holística das situações.

António Rosa
(publicado no 'Cova do Urso' a 21 Julho 2008)

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