Nos próximos dias iremos ter uma oportunidade de meditar, reflectir, sobre esta energia que nos irá acompanhar o primeiro semestre de 2017, iremos ter plutão e sol conjuntos em capricórnio, vénus e neptuno em peixes conjuntos ao nódulo sul em peixes , traduzindo toda a identidade em transformação profunda da ilusão da compaixão versus anulação, versus vitimização e tomadas de consciência das novas estruturas de responsabilidade nas mudanças a fazer… até que ponto o espírito de culpa ou a passividade, retiram a possibilidade de sabermos discernir as nossas projecções em hipotéticos futuros e não conseguimos ver o que está aqui presente, ficamos à espera que um dia mude… estes serão momentos de meditar profundamente, o quanto mantemos esta atitude, nos próximos dias é sentir, contactar e tomar decisões do que mudar.

Restruturação do sentimento de compaixão, converter uma nova direcção da energia do Amor associada a sacrifício … Amar não poderá mais estar associado a ceder o nosso poder em nome de um Deus que nos devolverá a Vida que queremos se formos bonzinhos.

Este ano, 2017, é o ANO para nos unirmos à força que nada divide, não separa os bons dos maus… vamos aprender a sentirmos onde na câmara do coração está o Amor, essa força que ninguém sabe descrever na sua essência ainda, pois só agora poderemos iniciar a viagem interna a este núcleo cósmico dentro de Nós… Relembrar que tudo o que tem vida faz parte de algo que uma força Maior foi impulsionada de alguma forma por todas as partículas de energia, uns impulsionaram numa das polaridades e outros noutra polaridade, mas todos fizeram parte dessa criação… pegando neste campo abstracto e vamos levá-lo a uma compreensão quotidiana, às nossas vivências, por vezes estamos num compreensão de união, de partilha, outras vezes estamos num isolamento onde ninguém nos apoia e sentimos a divisão… e não é por isso que não somos a mesma pessoa em polaridades diferentes.

A origem de todo o sofrimento é a culpa, o gérmen do sacrifício, aquilo que agora sentimos imediatamente cria um movimento que irá produzir uma energia e que irá tomar forma física mais à frente… o movimento do poder pessoal está na Terra e poder é o acto de CRIAR.

Não há fuga possível quer tenhamos consciência ou não, o poder de criar está a despertar na vida física e toda a humanidade terá que aprender a não dividir-se desta responsabilidade na sua vida, nas suas experiências.

Toda a forma é criada a partir de uma emoção, de um pensamento… se um dia sentem essa força e noutro dia porque as coisas não correram bem duvidam, o Universo do fluxo de criação não cria nada… é como a criança que num momento pede um gelado de morango e de seguida diz que afinal quer um de chocolate… ficamos há espera que ela se decida, morango ou chocolate e não lhe damos nenhum enquanto ela não decidir.

Amar é devolver essa liberdade a Nós e aos outros, mas também é devolver responsabilidade, a Nós e aos outros, nesta energia poderemos partilhar crescimento, ajudarmo-nos mutuamente, não sentindo que a experiência está errada, mas o outro há-de lá chegar… é nessa linha de sentimento e emoção que está o gérmen da divisão, se esse outro veio há nossa vida, interagir connosco, nalgum momento nós fomos os impulsionadores dessa experiência vir ao nosso encontro… sempre existem dois polos complementares embora o ego os veja como opositores.

Dou-vos outro exemplo, imaginem um cenário onde num determinado tempo julgamos alguém, criticamos, fomos rígidos, não tolerantes, meses depois num contexto absolutamente diferente vemo-nos a ser julgados, alvos de julgamentos rígidos, a força que impulsionamos meses antes retornou na nossa direcção, mas não nos lembramos, é aqui que inicia o processo da vítima, do sentimento de injustiça… pois é isso mesmo, este é apenas um exemplo de entre milhares que podia descrever… fazemos isso a toda a hora.

Somos uma das polaridades criadoras, seja qual for o contexto, não existem vítimas, nem divisão que retire responsabilidade, essa é a ilusão da divisão… O tempo das vítimas terminou, iniciou-se o tempo da cura da ferida da alma, cada um terá que ser o seu próprio curador, libertando a ilusão da culpa…
Só esta fonte de consciência abrirá o coração fora do contexto de divisão … aquilo que hoje sentimos amanhã colheremos, não porque é castigo, mas porque somos o poder de criação.

Compaixão na nova energia é esta compreensão que não retira responsabilidade nem liberdade… mas não classifica de bom ou mau, mas sim escolhas que foram feitas anteriormente.

Esta nova consciência é o núcleo do Amor, sem pena, sem culpados, sem sacríficos, sem julgamentos, mas uma sensibilidade que nasce da responsabilidade de não dividir.

É um ano de resgate do Poder de Criar relações saudáveis e quando queremos dizer não, dizemos, sem culpa, nem justificações de que a responsabilidade da nossa decisão é do outro… sintam como entregamos o nosso poder ao outro quando nos justificamos e da mesma forma, quando recebemos um não, apenas respeitar , se realmente aceitarmos a escolha do outro, procuramos a porta noutra direcção, não ficamos a ruminar nas emoções densas, isso é só uma perda de energia e continuamos no jogo de poder sobre os outros, ou os outros sobre nós… se sentirem um sim dentro de vós, a algo que o vosso ego convencionado por regras, valores estruturados por a educação social e familiar, não quer aceitar, digam o sim a vós e ajam em liberdade, mas não esqueçam que toda a resposta interna tem um fruto lá fora e foram vocês que deram o comando…
O arrependimento é o veneno do ego que se recusa a aprender fora das regras institualizadas nas crenças da culpa.

Claro que irá ter fases dependendo do nível de vitimização que ainda esteja activo ao nível nas crenças do ego que se desresponsabiliza… olhar para trás agora é meramente para tomar consciência do que semeamos anteriormente, pois estamos a colher… então aí dissipa-se a raiva, a zanga… manter a zanga é uma incoerência, gasto e perda de energia, mas não devemos trancá-la, pois ela se torna em energia depressiva ou apatia, isolamento… assumi-la mas não projectá-la fora e sim procurar onde semeamos essa polaridade… essa é a chave para o inicio da nova etapa de evolução.

Esta é a grande viragem de paradigma … tão mais simples e menos desgastante… este é o início das relações saudáveis, reais, responsáveis, em partilha do percurso individual.

Que o amor seja antes um mar em movimento entre as margens dos corações.

Ser um com o outro em liberdade é cantar, dançar juntos, mas que cada um seja um sem perder a identidade.

Um profundo Abraço em partilha e entrega total …
Ruth Fairfield
Incondicionalmente rendida ao Universo e às Leis da Vida....

Ruth Fairfield....
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