Nos momentos de maior pressão, não deixe os nervos vencer. Respire fundo, pondere os seus actos e... sorria!

Um sorriso ajuda a fomentar os pensamentos positivos e, segundo as pesquisas, pode até ajudar na recuperação da depressão. Faça chuva ou faça sol... sorria sempre.

Não se deixe contagiar pelo pessimismo. Por pior que seja a tempestade, mantenha a tranquilidade, a noção dos valores e das prioridades. As emoções são contagiosas mas a paz de espírito também o é. Uma pessoa que conserva a calma é um pouco como uma ilha no meio do mar quando todos parecem poder afogar-se», ilustra o psicólogo Vítor Rodrigues.

Sempre que puder, faça ginástica no local de trabalho. Exercícios de alongamento favorecem a agilidade física e reduzem o stress, assegura o fisiologista do exercício Elvis Carnero. «Sentada, estique uma perna e incline o tronco para a frente com suavidade (sem flectir a coluna). Este exercício permite alongar os músculos posteriores da coxa».

Reúna num CD, no leitor de mp3 ou numa pasta do seu computador uma selecção de música 100 por cento positiva e oiça-as, a um som ambiente, no local de trabalho.

O êxito do último Verão, a sua canção favorita dos tempos de Faculdade, aquela que adora dançar com o seu parceiro ou a que canta com o seu filho vão fazer milagres por si. Traga-as sempre consigo e use-as como antídoto quando o som ambiente não lhe agrada.

Privilegie o contacto cara a cara. O número de vezes que uma pessoa, em média, vê o e-mail por hora, é 40, revela estudo da Universidade de Glasgow, segundo o qual o sexo feminino é quem mais sofre com esta avalanche de informação. Se está soterrada em e-mails, SMS, telefonemas, simplifique.

«Siga o bom senso», aconselha o psicólogo Vítor Rodrigues. «Saiba desligar ou silenciar o telemóvel, comunique pela Internet só em períodos autodeterminados. Desenvolva maturidade afectiva e revalorize a comunicação directa, cara a cara», sugere.

Nos momentos de tensão em que só lhe apetece gritar, faça este exercício. Contraia todos os músculos do rosto ao máximo durante 15 segundos, depois relaxe e repita. A contracção e relaxamento repetitivo ajuda a libertar a tensão retida acima do pescoço, pode ler-se na obra «You - Sempre Jovem», de Michael Roizen e Mehmet Oz (Lua de Papel).

Inspire-se na simplicidade oriental e organize o seu escritório ou local de trabalho. Livre-se do que não precisa, defina um lugar para cada objecto e incentive os restantes elementos da equipa a zelar pela harmonia (e arrumação) do espaço.

Como afirma Dominique Loreau, autora de «A arte da simplicidade», editada em Portugal pela Bizâncio, «a ordem economiza tempo
e alivia a memória».

Em tempos de crise global, o que pode uma trabalhadora dependente, como você, fazer? Esperar. Ou então seguir o conselho de Pedro Queiroga Carrilho, especialista em finanças pessoais e «criar um trabalho para si, outra fonte de rendimento (por exemplo arrendar um imóvel), ter uma parceria num negócio ou dar explicações. É importante ser proactivo e explorar possibilidades».

Veja na página seguinte: Por que não deve ir trabalhar sozinha

Não vá trabalhar sozinha. Tem um amigo que mora perto de si e trabalha na mesma zona da cidade?

Faça o percurso a dois, partilhando o carro, ora o dele ora o seu. Para além de dividir os custos de combustível e estacionamento, pode aliviar o stress com uma conversa animada, ignorando o trânsito.

Seja em casa ou no trabalho, defina objectivos realistas. É verdade que as mulheres conseguem realizar várias tarefas em simultâneo mas isso não implica preencher o seu dia como se tivesse 48 horas.

Estabeleça prioridades e aprenda a dizer «não». Verá que, depois disso, o seu «sim» terá muito mais valor.

Proteja a sua vida afectiva. Deixe o trabalho no escritório e faça a transição entre o modo profissional e o pessoal antes de chegar a casa. Para preservar a harmonia no casal, é vital «combater a necessidade quase automática de despejar no outro os problemas e o stress do dia», alerta Marta Crawford, sexóloga.

Valorize-se pelo que é e não pelo que tem. «Pare de tentar impressionar as outras pessoas, não viva acima das suas possibilidades. É importante ter um controlo orçamental rígido e ver onde pode reduzir gastos», alerta Pedro Queiroga Carrilho, especialista em finanças pessoais.

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