A decisão partilhada entre médico e utente quanto ao método contracetivo ganhou importância nos últimos sete anos. Este foi, segundo Teresa Bombas, secretária-geral da Sociedade Portuguesa de Contraceção (SPDC), o avanço médico mais relevante nesta área.

Um decisão partilhada na qual o utente é envolvido «garante uma maior adesão ao método e um menor risco de abandono e de gravidez não planeada», refere a especialista.

«Nesse sentido, vamos também ao encontro da melhoria da qualidade de vida da mulher, uma vez que a escolha do método de contraceção é personalizada e inclui beneficios para além da contraceção, como o tratamento das dores menstruais, das menstruações abundantes e irregulares e do acne», defende ainda a ginecologista. A pílula em regime contínuo e o anel vaginal de uso mensal, que «permite evitar o esquecimentos», são outros dos avanços destacados por esta especialista. No site da SPDC, em www.spdc.pt, pode saber como atua cada método contacetivo.

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