- Companhias com voos suspensos -

BRITISH AIRWAYS: A companhia britânica anunciou na quarta-feira a suspensão imediata de todos os seus voos para a China continental. A decisão foi tomada depois de as autoridades do Reino Unido recomendarem aos seus cidadãos que evitassem viajar para o país asiático.

A British Airways realiza, em horário normal, vários voos diários que ligam Londres a Pequim e Xangai.

IBERIA: A empresa espanhola decidiu cancelar temporariamente os seus voos para Xangai. 

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AIR FRANCE: A Air France anunciou a suspensão de todos os voos programados de e para a China continental a partir desta quinta-feira (30) e até 9 de fevereiro, devido ao risco de disseminação do novo coronavírus.  A Air France "oferecerá voos especiais de e para Xangai e Pequim com equipas de voluntários a partir de quinta-feira, 30 de janeiro, para garantir o voo de retorno dos seus clientes e funcionários", explicou a companhia em comunicado.

LUFTHANSA: A companhia aérea alemã Lufthansa cancelou todos os voos de e para a China, depois de detetar um caso de um passageiro infetado com o novo coronavírus, que já matou mais de 100 pessoas, segundo a imprensa alemã. O grupo Lufthansa opera cerca de dez voos diários de e para a China.

AMERICAN AIRLINES: A empresa americana anunciou a suspensão dos voos Los Angeles-Pequim e Los Angeles-Xangai a partir de 9 de fevereiro e até 27 de março.

LION AIR: A companhia aérea indonésia anunciou que suspenderá os seus voos para a China a partir de 1 de fevereiro.

Esta empresa, que possui a maior frota do sudeste da Ásia, e a sua filial Batik Air, oferecem voos para 15 cidades chinesas. Um milhão de turistas chineses viajam para a Indonésia todos os anos.

EL AL: A companhia israelita anunciou nesta quinta-feira que vai deixar de operar seus voos para Pequim devido ao novo coronavírus, ao menos até 25 de março. A empresa prosseguirá com os voos para outros destinos da China.

TRÊS COMPANHIAS BIRMANESAS: A Myanmar National Airlines, a Air KBZ e a Myanmar Airways International, três empresas birmanesas com voos para a China, anunciaram a suspensão dos seus voos a partir de 1 de fevereiro.

CAZAQUISTÃO: As autoridades do Cazaquistão ordenaram esta quarta-feira a suspensão dos voos para  China a partir de 3 de fevereiro, de acordo com um comunicado do governo. O governo suspendeu também o tráfego de autocarros e comboios para a China.

UCRÂNIA: A Ukraine International Airlines e a Skyup Airlines anunciaram a suspensão de todos os seus voos para a China até 28 de março.

AIR AUSTRAL: Suspendeu os seus voos entre a Ilha Reunião (território francês no Oceano Índico) e Cantão (China) de 8 de fevereiro a 1 de março.

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URALS AIRLINES: A empresa russa, que efetua conexões para Munique, Paris e Roma, cancelou os seus voos com destino à Europa, muito utilizados em viagens com ponto de partida na China.

AIR ASIA: A companhia asiática ampliou até ao fim de fevereiro a suspensão dos voos que ligam Malásia, Banguecoque e Phuket a Wuhan, epicentro da epidemia.

AIR INDIA: A empresa suspenderá a rota Bombaim-Nova Deli-Xangai a partir de 31 de janeiro e até 14 de fevereiro. Também reduzirá o número de voos de Nova Deli a Hong Kong durante as próximas duas semanas.

INDIGO: A maior companhia indiana suspenderá todos os voos entre Nova Deli e Chendu (China) entre 1 e 20 de fevereiro. O mesmo acontecerá com os voos Bangalore-Hong Kong a partir de 1 de fevereiro.

KENYZ AIRWAYS: Em comunicado, a Kenya Airways anunciou o cancelamento dos seus voos entre Nairobi e a cidade chinesa de Cantão, a capital da província de Guangdong, no sul da China, "até novo aviso".

RWANDAIR: A RwandAir cancelou também os seus voos para Cantão, depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado na quinta-feira uma emergência internacional, devido ao rápido aumento de pacientes afetados pelo coronavírus fora da China.

AIR MADAGASCAR: A Air Madagascar também disse que suspendeu os voos para Cantão até março, enfatizando que "a segurança dos seus passageiros e tripulantes continua a ser a principal prioridade".

AIR MAURITIUS: A Air Mauritius cancelou os seus voos para Xangai, a partir de 31 de janeiro, embora mantenha ligações aéreas a Hong Kong, região semiautónoma chinesa.

- Companhias com redução de voos -

KLM: a companhia holandesa suspendeu os seus voos para Chengdu e Hangzhou e reduzirá o número de voos semanais rumo a Xangai. A partir de sexta-feira, a KLM vai suspender o serviço para a cidade de Xiamen em voo direto, como sua parceira a Air France, devido à redução da procura.

UNITED AIRLINES: A companhia americana anunciou na terça-feira a suspensão de alguns de seus voos para Pequim, Xangai e até Hong Kong entre 1 e 8 de fevereiro. As autoridades dos Estados Unidos recomendaram aos seus cidadãos que não viajem para a China neste momento.

DELTA: Vai reduzir para metade os voos semanais entre 6 de fevereiro e 30 de abril, mas mantém os serviços de conexões atuais. Serão 3 ou 4 voos para Pequim de Detroit por semana e 3 ou 4 voos semanais para Xangai a partir de Atlanta, Detroit, Los Angeles e Seattle.

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CATHAY PACIFIC: A companhia aérea, que tem a sua base principal no Aeroporto Internacional de Hong Kong, afirmou que “reduzirá gradualmente” os seus voos de e para a China continental em pelo menos 50%. Esta decisão entrará em vigor na quinta-feira e manter-se-á até ao final de março.

FINNAIR: A companhia aérea finlandesa, que multiplicou os seus voos para a Ásia nos últimos anos, suspenderá alguns dos seus voos, mas manterá os que se destinam a Pequim, Xangai, Hong Kong e Guanghzu.

- Companhias sem alterações nas ligações à China -

SAS: A companhia aérea sueca, que oferece voos para Pequim e Xangai uma vez por semana, não suspendeu os seus voos, mas diz que está a “acompanhar de perto os acontecimentos”.

VIRGIN ATLANTIC: Mantém os seus voos entre os aeroportos de Heathrow, em Londres, e Xangai.

EHIOPIAN AIRLINES: A Ethiopian Airlines, a maior companhia aérea de África, disse esta sexta-feira (31) que, por enquanto, vai continuar a operar os seus voos para a China e que está a trabalhar com as autoridades para proteger passageiros e tripulantes.

Notícia originalmente publicada a 29 de janeiro e atualizada a 31 de janeiro às 11h25.

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