24 de março de 2014 - 13h33
Portugal está em linha com a média europeia no que respeita à utilização de ferramentas eletrónicas na saúde, mas o uso de aplicações como o encaminhamento de doentes está aquém, segundo um estudo hoje divulgado em Bruxelas.
Enquanto a prescrição eletrónica de receitas está 48% acima da média, o recurso ao sistema integrado de encaminhamento de pacientes está 23% abaixo e caiu 40% de 2010 para 2012.
A monitorização à distância de doentes está também 5% abaixo da média.
Segundo o estudo, 86% dos hospitais públicos que prestam cuidados de saúde agudos estão ligados em banda larga, contra 50% dos privados, segundo dados de 2012.
O sistema de arquivo e comunicação de imagens é usado em 92% dos públicos e 77% dos privados e a troca de informação clínica com fornecedores externos é praticada em 87% dos públicos e 33% dos privados.
Por seu lado, os privados lideram na partilha de dados referentes a um paciente em todos os departamentos hospitalares, com uma taxa de utilização de 100% contra 50% nos públicos.
Os hospitais de cuidados agudos são definidos como os que se destinam a tratamentos e cuidados médicos e cirúrgicos de curta duração.
A Comissão Europeia divulgou ainda um outro estudo, sobre ferramentas eletrónicas de saúde, segundo qual 60% os médicos de clínica geral utilizaram ferramentas de saúde eletrónica em 2013, o dobro do que verificava em 2007.
Lusa

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