Numa nota informativa enviada às redações, o partido sublinha que se trata de "uma proposta inovadora a nível nacional que pretende dar resposta ao elevado índice de mortalidade de cancro do pulmão em indivíduos de alto risco nos Açores".

O partido justifica a proposta com a elevada incidência de cancro pulmonar nos Açores, que "é de 97 casos por 100 mil habitantes".

"Este número representa o dobro do registado nas restantes regiões de Portugal e está intimamente associado ao elevado consumo de tabaco nesta Região Autónoma, de acordo com dados do Registo Oncológico Nacional (RON)", assinala o PAN/Açores.

Citando dados oficiais, o partido salienta que, na Região, em 2019, cerca de 21% da população com 15 ou mais anos consumia tabaco diariamente, sendo um hábito com maior prevalência entre os homens, alcançando os 31%, e nas mulheres 12%.

"Um fumador aumenta em 20 vezes o cancro do pulmão relativamente a um não fumador", alerta o PAN nos Açores.

O partido realça que a proposta tem uma amplitude de prevenção e "consagra uma intervenção através da literacia para a saúde" e "medidas de dissuasão", nomeadamente pelo agravamento tributário do tabaco.

Citado na nota, o deputado único do PAN no parlamento açoriano, Pedro Neves, refere que o cancro no pulmão é "um verdadeiro problema de saúde pública com severo impacto na população açoriana" e que se poderá ter agravado durante a pandemia de covid-19.

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