“Como noutros países, temos dois casos confirmados do novo coronavírus. São dois turistas chineses que chegaram há alguns dias [a Itália]”, afirmou o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, citado pela agência France-Presse, acrescentando que a decisão de fechar o espaço aéreo italiano a voos “de e para” a China foi a “título de precaução”.

Itália é o quarto país europeu a confirmar casos da infeção vírica, depois de França, Alemanha e Finlândia.

A OMS opôs-se à restrição de viagens, apesar de o surto do novo coronavírus na China ter sido declarado uma emergência de saúde pública internacional.

“A OMS não recomenda a restrição de viagens, trocas comerciais e movimentos [de pessoas] e opõe-se mesmo a todas as restrições de viagens”, afirmou o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa, na sede da organização, em Genebra, Suíça.

Justificando a declaração de emergência de saúde pública internacional, decidida pela organização, o diretor-geral da OMS disse que a “grande preocupação é a possibilidade de o vírus se propagar a países onde os sistemas de saúde são mais frágeis”.

Ghebreyesus adiantou que “não se trata de um voto de desconfiança” em relação à China.

A decisão da OMS foi conhecida após o Comité de Emergência, formado por vários peritos, incluindo chineses, se ter reunido novamente, depois de há uma semana ter considerado prematura a emergência internacional.

O comité assinala, em comunicado, que as restrições à circulação de pessoas e bens durante uma emergência de saúde pública internacional podem ser ineficazes, perturbar a distribuição de ajuda e ter “efeitos negativos” na economia dos países atingidos.

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