“Neste momento nenhum deles apresenta quadro de sintoma da doença”, afirmou Magda Robalo, endereçando a solidariedade do Governo da Guiné-Bissau ao povo da China.

A ministra guineense falava no final da reunião de criação e apresentação do Centro de Operações de Emergenciais em Saúde (COES), criado pelo Governo da Guiné-Bissau em coordenação com os parceiros internacionais.

Em relação ao regresso ao país de estudantes guineenses, Magda Robalo sublinhou que diariamente estão a chegar e que a equipa de técnicos de saúde que faz a despistagem no aeroporto internacional de Bissau fica com os seus contactos para operações de monitorização nas suas casas.

O COES vai pôr em marcha três medidas, ao abrigo do plano de contingência para evitar a entrada do novo coronavírus na Guiné-Bissau, nomeadamente a vigilância da fronteira, através de despistagem rápida aos passageiros que entrem no país.

A sensibilização à população sobre a necessidade de lavar as mãos com água e sabão durante várias vezes ao dia e a preparação de respostas médicas no caso de a doença ser detetada são outras medidas a adotar.

A ministra da Saúde guineense indicou que o Governo vai providenciar um local de acolhimento para doentes que possam ser detetados com infeção pelo novo coronavírus.

Presente na reunião de criação do COES, o embaixador da China na Guiné-Bissau, Jin Hong Jun, aconselhou os estudantes guineenses a permanecerem no país asiático “como forma de se evitar a propagação da doença”.

O diplomata garantiu total apoio do Governo chinês aos estudantes.

Neste momento mais 200 estudantes da Guiné-Bissau estão na China, sendo que pouco mais que 100 são beneficiários de uma bolsa do Governo de Pequim e os restantes estão por conta própria.

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