“Alguns vinhos simplesmente não têm a atenção que merecem. Sobretudo se analisarmos a sua qualidade e o que temos de pagar por eles”, refere a publicação, que tece ainda elogios ao trabalho realizado na Região Demarcada do Dão, sobretudo na produção de vinhos tintos. “Apesar de os vinhos apresentarem cada vez mais qualidade, os preços mantêm-se muito acessíveis”, sublinha o artigo do Wall Street Journal, ao mesmo tempo que elege a lista – pequena - de vinhos que deviam merecer mais atenção.

No caso português, a peça destaca o facto de poucos norte-americanos conhecerem, verdadeiramente, regiões vinícolas portuguesas que têm estado nos bastidores. “Muitos americanos conhecem o Porto, o vinho fortificado mais famoso do mundo; mas poucos conhecem o vale do Douro onde é produzido. A região do Dão é ainda menos conhecida. Localizada ao sul do Vale do Douro”, lemos no artigo que destaca, ainda, vinhos da Alsácia (França), África do Sul, Vale do Loire (França) e Áustria.

Wall Street Journal elege cinco grandes vinhos mundiais e não esquece Portugal

Alfrocheiro, Tinta-Roriz e Touriga Nacional são as castas que compõem o Cabriz Colheita Selecionada Tinto, que apresenta uma cor rubi intensa, é frutado, com predominância de frutos vermelhos frescos, geleia de frutos do bosque, especiarias e notas tostadas. Na boca, é frutado, macio, elegante e harmonioso, tornando-se um acompanhamento para peixes assados no forno, carnes brancas assadas, carnes vermelhas guisadas ou assadas e queijos macios.

O vinho encontra-se no mercado com um preço a rondar os 4,00 euros.

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