A lista completa de restaurantes que participam nesta festa do bacalhau fresco pode ser consultada aqui, sitio onde os interessados vão encontrar informação adicional, nomeadamente sobre o que faz a diferença deste bacalhau capturado nas águas frias do Norte da Europa, assim como algumas dicas sobre a melhor forma de o preparar.

Desde que chegou a Portugal, há três anos, a “SkreiFest” tem tido uma adesão crescente. Em 2015, foram 27 os restaurantes que quiseram participar, em 2016, o número cresceu para 35.

Embora o skrei seja bacalhau fresco, nem todo o bacalhau fresco pode ser considerado skrei.

Para ostentar o selo de qualidade e poder ser denominado como tal, o skrei tem de ser apanhado no período de desova, não pode ter marcas de rede nem anzóis na pele, deve ser sangrado e limpo a bordo e tem de ser descarregado, no máximo, até dez horas depois de ter sido pescado.

O skrei migra contra as fortes correntes das águas frias e cristalinas do Mar de Barents, percorrendo milhares de quilómetros até chegar às zonas costeiras da Noruega, principalmente à zona das Ilhas Lofoten onde é capturado em quantidades limitadas e muito controladas.

É esta migração que o torna mais musculado e mais carnudo do que o bacalhau fresco convencional, o que resulta numa textura mais firme e rica.

É devido ao seu comportamento migratório que este bacalhau é conhecido como skrei, uma palavra em norueguês antigo que tem origem no verbo at skrida e pode ser traduzido como: andar, correr ou caminhar.

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