Com várias salas, entre a esplanada e as salas interiores, o Se7e soma perto de 90 lugares sentados. Cada sala conta uma história. Apesar da nova decoração, essência do espaço foi mantida. “Tentámos criar um espaço elegante, confortável e acolhedor, sem desvirtuar o simbolismo do edifício”, sublinha Joana Oliveira, relações públicas do espaço.

Por marcação organizam-se provas de vinho, workshops privados de ioga e cozinha, e showcookings na cozinha ao ar livre. As terças são noites de Fado, começando às 20h00. A cada semana atua um fadista diferente.

No que toca à mesa, existem várias opções de pequeno-almoço saudável para iniciar o dia, com taças de iogurte, pratos de fruta, torradas de pão tradicional para acompanhar sumos naturais e smoothies feitos no momento.

Para o almoço é servida sopa, tarte salgada, sumo natural e bolo ou tarte doce e, ainda, uma carta recheada de petiscos tradicionais, como os queijos e as tibornas de biqueirão ou cavala feitas com pão tradicional torrado.

Para acompanhar os petiscos de sabor português, uma carta de vinhos nacionais.

O edifício, construído no Séc. XIX pelos Conde d'Alte, é uma herança e importante ponto de atração da cidade de Olhão. Mais tarde, em 1932, foi ali instalada a sede da mais emblemática agremiação da cidade, algarvia, a Sociedade Recreativa Olhanense, a primeira das agremiações desse tipo que se criaram na Região e a quarta mais antiga de Portugal.

Nesta Sociedade apenas eram aceites indivíduos com elevado poder económico, sendo por isso apelidada pelo povo de “Recreativa Rica”. O espaço era sobretudo utilizado para jogo e para bailes e, apenas nessas ocasiões, era permitida a entrada a mulheres.

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