Dois espumantes Real Senhor DOC Dão descansaram três anos na adega

O espumante Real Senhor, da Sociedade dos Vinhos Borges, apresenta-se no mercado com uma novidade. A produção é agora realizada exclusivamente com uvas da Quinta de São Simão da Aguieira, no Dão, passando o vinho a ostentar a designação DOC Dão.

O Borges Real Senhor Blanc de Noirs DOC Dão 2014 e o Borges Real Senhor Blanc de Blancs DOC Dão 2014 distinguem-se por serem espumantes Velha Reserva Brutos, produzidos através do método clássico, que adormeceram nas caves da Borges durante mais de três anos. Produzidos com uvas do Dão, da Quinta de São Simão da Aguieira, destacam-se ainda pelo processo de remuage (rotação da garrafa), realizado de forma manual.  

Foi em 1934 que a Sociedade dos Vinhos Borges deu o primeiro passo no universo dos espumantes, com a produção do Fita Azul. Decidiu, anos mais tarde, apostar na produção de um espumante super premium. Chega então ao mercado o Real Senhor.

Este duo de espumantes chega ao mercado com o preço recomendado de 12,00 euros.

Dois espumantes Real Senhor DOC Dão descansaram três anos na adega

Três novos alentejanos com um rosé em estreia absoluta

O Torre de Palma Wine Hotel, em Monforte, no Alentejo, lançou recentemente as suas colheitas brancas 2018, bem como a grande novidade do ano, o seu primeiro rosé.

As vinhas, adjacentes ao Torre de Palma Wine Hotel, são influenciadas pelo microclima da Serra de São Mamede e a produção é quase inteiramente realizada com métodos artesanais.

“Confiamos ao nosso enólogo, Duarte de Deus, a criação de uma vinha com castas nacionais como Aragonez, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Tinta Miúda (para o tinto) ou Antão Vaz, Arinto e Alvarinho (para o branco). E é com este espírito que nascem os vinhos Torre de Palma, um projeto exclusivo de caráter artesanal”, explica Ana Isabel Rebelo, diretora geral e proprietária do hotel.

O branco Torre de Palma 2018 é um blend de Arinto, Antão Vaz e Alvarinho, que fermentou em barricas de carvalho francês e estagiou seis meses em barrica. É um vinho cristalino, do qual são produzidas 12 mil garrafas. Apresenta tons esverdeados, um aroma complexo e elegante, com notas de fruta bem integrada e com tosta proveniente da fermentação em barrica.

Já o Arinto e Alvarinho, cuja primeira edição foi lançada em 2017, é produzido em pequenas quantidades: Duas mil garrafas. Este vinho, de aroma complexo e elegante, tem notas de ameixa verde e alperce, um sabor rico em fruta. Ideal para os dias de verão, é um vinho refrescante, seco e mineral.

Quanto ao rosé Torre de Palma, foram produzidas apenas mil garrafas. Este blend de Touriga Nacional, Aragonez e Tinta Miúda, apresenta um tom cor de rosa leve e as suas notas de cereja e morangos silvestres.

Três novos alentejanos com um rosé em estreia absoluta

Família Serrano Mira lança os seus primeiros vinhos com a chancela Casa da Tapada

O ano de 2018 marcou o investimento dos irmãos Carlos e Luís Serrano Mira fora do Alentejo, berço da família, herdeira de 13 gerações a produzir vinho na região (desde 1667) e onde possuem 350 hectares de vinha própria - Herdade das Servas, em Estremoz. A região eleita foi a dos Vinhos Verdes, onde compraram a Casa da Tapada, situada na freguesia de São Miguel de Fiscal, em Amares, distrito de Braga.

É chegado o momento de passar à concretização do projeto em forma de vinho, com o lançamento de dois brancos feitos com Loureiro e Alvarinho, castas autóctones da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, desta feita colhidas em vinhas instaladas na bacia hidrográfica do rio Cávado, na sub-região com o mesmo nome. Para o efeito, a equipa de enologia desenhou uma dupla de brancos: CT Grande Escolha Loureiro e Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro, ambos da colheita de 2018 casam com saladas, mariscos, peixes, sushi e carnes brancas.

O monovarietal CT Grande Escolha Loureiro 2018 é um “Loureiro bastante sério”, segundo o enólogo Ricardo Constantino. Estagiou, por três meses, em cubas de inox e, após o engarrafamento, repousou em garrafa durante dois meses. É um vinho límpido e de cor citrina. Denota aromas de maçã, pêssego e laranja, com notas florais de citrinos e folha de louro, características indissociáveis da casta Loureiro. É fresco, frutado e equilibrado, com final de boca harmonioso e persistente.

O vinho chega ao consumidor com o preço aconselhado de 4,95 euros.

Terminada a fermentação alcoólica, o vinho Casa da Tapada Superior Alvarinho e Loureiro 2018 - feito a partir das uvas das castas Alvarinho (80%) e Loureiro (20%) - estagiou sur lies em cubas de inox, durante três meses. O resultado consiste num vinho límpido e de cor citrina. No nariz, sobressaem os aromas de lima, limão, pêssego e ananás, bem como as notas tropicais e florais de citrinos. É seco, complexo, fresco e encorpado, com final de boca frutado e persistente. “É um vinho com mais estrutura”, segundo e enólogo Ricardo Constantino, quando comparado com o anterior.

O vinho chega ao consumidor com o preço aconselhado de 7,90 euros. 

Família Serrano Mira lança os seus primeiros vinhos com a chancela Casa da Tapada

 

Mélange à 3, um vinho que combina três castas

Inspirado nas três castas que lhe dão origem, Mélange à 3 Tinto 2018 é a novidade de Quinta dos Carvalhais. O vinho explora uma nova interpretação da mistura (mélange) ideal de três elementos a cada edição. Na colheita de lançamento, as três castas que estão na base do vinho - a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e o Alfrocheiro - são as estrelas deste Dão, “criando um vinho descomplicado e tão audaz quanto o algarismo que o ampara”, refere o produtor.

“Mélange à 3 é lançado para enriquecer e dinamizar a gama de Quinta dos Carvalhais. Numa abordagem divertida e irreverente, a cada colheita teremos uma nova combinação de três elementos. Com este vinho procuramos rejuvenescer a oferta da marca com uma opção descomplicada, atraindo novos consumidores”, explica Mafalda Guedes, Brand Manager de Quinta dos Carvalhais.

Para Beatriz Cabral de Almeida, enóloga que assina os vinhos da marca, Mélange à 3 “é um vinho fácil, expressivo e com a forte personalidade do Dão. A Touriga Nacional traz-lhe a intensidade aromática, enquanto a Tinta Roriz lhe confere estrutura de boca e o Alfrocheiro contribui para a sua elegância e complexidade”.

 O vinho chega ao consumidor com o preço aconselhado de 5,99 euros.

Mélange à 3, um vinho que combina três castas

As novas Pontes da Herdado do Mouchão chegam em quantidades limitadas

A ponte, medieval, que habita a Herdade do Mouchão há séculos, foi um dos pontos de inspiração para o nome. “Ponte”, o vinho que chega ao mercado com esta nova nomenclatura e novo rótulo, é na verdade parte da História recente do Mouchão.

Nascido em 2005, com base numas vinhas plantadas em 1999 e 2004, o Ponte (antigo Ponte das Canas) conta com a combinação de três castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Syrah. Sendo um vinho com excelente potencial de guarda, é um topo de gama desta herdade centenária, não contando com os vinhos feitos a partir da casta Alicante Bouschet, a casta rainha do Mouchão.

O Ponte estagia de 18 a 20 meses em barricas de carvalho francês, e é comercializado após um estágio de pelo menos mais 12 meses em garrafa. Oriundos de vinhas com menos de 20 anos, os tintos são elaborados em lagares abertos com pisa a pé (como todos os Tintos no Mouchão) e com 100% de engaço, tradição que dá uma frescura mentolada muito característica a todos os grandes tintos desta casa.

As duas grandes novidades são o Ponte 2018 Verdelho (apenas 1500 garrafas), e o Ponte 2015 tinto (23 000 garrafas). O Verdelho é fruto de uma história antiga pouco conhecida nesta herdade centenária. Existia ali, em 1908, uma vinha com esta casta, aliás mencionada num livro do historiador W. H. Koebel, que referenciava o Verdelho do Mouchão como um vinho de qualidades imperdíveis.

Nesse vinhedo de menos de um hectare, Iain Reynolds Richardson fez, em 2015, uma enxertia sobre videiras da casta Perrum, com cerca de 20 anos. O resultado é um vinho muito fresco mas encorpado, fermentado parcialmente em madeira, com seis meses de barrica.

As novas Pontes da Herdado do Mouchão chegam em quantidades limitadas

Papa Figos, um vinho frutado vestido para o verão

Papa Figos, a ave migratória de cores vivas e atraentes, volta com uma nova colheita. A Casa Ferreirinha apresenta, assim, Papa Figos Branco 2018, um néctar assinado por Luís Sottomayor.  Um vinho de cor citrina com tons esverdeados - tal como a penugem da fêmea do Papa-Figos -, evidenciando um aroma de boa intensidade em que sobressaem aromas florais e de frutas brancas.

Papa Figos Branco 2018 é um vinho gastronómico, ideal para acompanhar pratos de peixe e saladas.

O vinho chega ao consumidor com o preço aconselhado de 6,49 euros.

Papa Figos, um vinho frutado vestido para o verão

Os primeiros espumantes Quinta de Lemos chegam ao mercado

Após anos de espera pelo momento certo, os primeiros espumantes desta quinta veem a luz do dia, sob o nome de batismo de “Geraldine”, uma das filhas de Celso de Lemos, fundador e proprietário da Quinta de Lemos, na região do Dão.

“Lançarmos os nossos espumantes no mercado era um desejo antigo”, afirma o enólogo da quinta, Hugo Chaves, que integra o projeto desde a fundação, em 1997. “Em 2014, já tínhamos feito um espumante branco que servimos no Mesa de Lemos, de Touriga Nacional e Encruzado, que foi um sucesso. Agora, parece-nos o momento ideal para lançar estes dois espumantes Quinta de Lemos, um mais social e outro marcadamente gastronómico, com o habitual carácter que distingue os nossos vinhos.”

O Geraldine rosé, uma produção de 2500 garrafas, é um monocasta de Touriga Nacional. Na boca, é fino e sofisticado, com notas de frutos vermelhos e framboesa. De bolha fina e persistente e tonalidade salmão, é denso, estruturado, de acidez equilibrada e social.

Quanto ao Geraldine branco, é um monocasta de encruzado, casta exclusiva do Dão, de que foram feitas quatro mil garrafas. Com apenas 11,7% de grau alcoólico, este espumante apresenta boa estrutura, é seco e de acidez vincada, o que lhe confere frescura e longevidade. É um vinho bastante gastronómico, com aroma fino a floral de citrinos e fruta de polpa branca. Ambos os espumantes estagiaram durante 18 meses sobre borras finas.

Os vinhos chegam ao consumidor com o preço aconselhado de 25,00 euros.

Os primeiros espumantes Quinta de Lemos chegam ao mercado

 Grainha com novas edições em dois vinhos de perfil duriense

Grainha Reserva Branco 2018, um vinho com uma estrutura exuberante e Grainha Reserva Tinto 2017, um Douro profundo, são as novidades da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. Uma dupla lançada pela primeira vez em 2007.

“Dada a nossa experiência, conhecemos bem o mercado mundial de vinhos e as tendências de consumo. Identificamos, por exemplo, que o consumidor moderno prefere vinhos mais estruturados e não se importa de pagar mais em prol da qualidade, o que tem contribuído para o aumento das vendas nas categorias super e ultra premium (PVP entre 15,00 euros e 20,00 euros). Estamos, por isso, perante um consumidor informado e exigente e acreditamos que a marca Grainha deve o seu sucesso por responder com qualidade a esta nova procura”, refere Luisa Amorim, administradora da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo.

O Grainha Reserva Branco 2018, é elaborado a partir das castas Gouveio, Viosinho, Rabigato e Fernão Pires, provenientes de vinhas com idade média de 20 anos. Aqui misturam-se as texturas, a frescura, o corpo redondo de uvas amadurecidas sem pressa com a expressão de fruta fresca, de especiarias e notas de baunilha, apresentando um equilíbrio magnífico entre seriedade, tensão e delicadeza. Tem uma elegante densidade, terminando longo e muito preciso.

Já o Grainha Reserva Tinto 2017 é um clássico do Douro. Na sua base estão as castas Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Nacional, que lhe conferem a sofisticação. Partilha aromas frutados, densos e especiados, de textura sedosa. Os taninos são finos, não dispensando uma estrutura firme, à gravidade certa. Termina muito equilibrado, longo e focado.

As novas colheitas da gama Grainha encontram-se disponíveis no mercado, pelo preço recomendado de 14,95 euros cada.

 Grainha com novas edições em dois vinhos de perfil duriense

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