Para assinalar o Mês da História Negra, uma comemoração anual iniciada nos EUA, a Louis Vuitton desenvolveu uma coleção inspirada na Jamaica que inclui uma camisola de malha com as cores da bandeira da Etiópia. Em vez de verde, amarelo e preto, a peça, que chegou a estar à venda por 1.730 dólares, cerca de 1.429 euros, foi produzida em verde, amarelo e encarnado. Depois de alertada por um internauta, a prestigiada marca de moda francesa retirou-a do mercado, mas as redes sociais não perdoaram a gafe.

Designers da Louis Vuitton confundem bandeiras e criam camisola com as cores da Etiópia para coleção inspirada na Jamaica

Nas redes sociais, nos últimos dias, a fotografia da camisola tem sido partilhada por milhares de seguidores, com muitos a apontar o dedo à marca por ter confundido a bandeira etíope com a bandeira dos seguidores da comunidade rastafári, um movimento religioso, judaico-cristão, surgido na Jamaica, na década de 1930, entre camponeses negros descendentes de africanos escravizados. Apesar da Louis Vuitton ter mandado retirar a imagem, a peça ainda aparece no site de comércio eletrónico japonês BuyMa.

Designers da Louis Vuitton confundem bandeiras e criam camisola com as cores da Etiópia para coleção inspirada na Jamaica

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