Este aumento resulta da variação dos últimos 12 meses do Índice de Preços do Consumidor (IPC), publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira.

A inflação dos últimos 12 meses, até agosto, sem habitação, é o coeficiente utilizado para a atualização das rendas ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbana (NRAU) e, no total, estima-se que tenha efeitos em cerca de 600 mil contratos residenciais de famílias.

O impacto do aumento de 1,12%: numa renda de 300 euros mensais é de 3,90 euros, atingindo os 7,20 euros num renda de 600 euros.

Já nas chamadas rendas antigas, o impacto é menor.

Esta atualização corresponde a cerca do dobro dos 0,54% que serviram de base à subida de 2017.

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