Parentalidade é muitas vezes stressante e imprevisível, e os pais podem inadvertidamente dar às crianças a mensagem de que o amor está condicionado às boas notas ou bom comportamento.

“Muitas vezes, o amor passa por uma troca ou obrigação”, diz Anne Andrew, doutorada, coach e educadora parental e autora do novo livro “What They Don't Teach in Prenatal Class: The Key to Raising Trouble-Free Kids and Teens” lançado recentemente no Canadá.

De acordo com a autora, o problema é que a maioria das pessoas tem crenças negativas subconscientes que carregam desde que eram muito jovens. Por exemplo, que são estúpidos, maus, não bons o suficiente, incapazes ou destinados ao falhanço. Tais crenças agem como barreiras ao amor. A solução, diz Anne, é livrar-se dessas barreiras.

Anne escreveu este livro por ser mãe de uma adolescente problemática. Ao procurar uma maneira de ajudar a sua filha, Anne aprendeu ideias valiosas que gostaria de ter tido conhecimento quando os seus filhos eram mais novos.

“Anne Andrew teve a coragem de ver os problemas de comportamento da sua filha como "gritos de amor", que se tornaram oportunidades de crescimento tanto para ela como para a sua filha”, afirmou Peggy O'Mara, fundadora e editora da revista Mothering.

Embora o livro seja escrito para pais de crianças de qualquer idade, é particularmente útil para aqueles que vivem uma história familiar de depressão ou vício.

A autora deixa algumas estratégias para ajudar os pais:

- Apaixone-se pelo seu interior;

- Melhore a comunicação e elimine a culpa;

- Fortaleça todos os seus relacionamentos (não apenas com os seus filhos);

- Seja um “descobridor” do amor em vez de falhas.

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