“Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo”, lê-se na ficha de avaliação de Portugal.

O relatório salienta também que “o investimento na modernização das infraestruturas é insuficiente, em especial, na educação e no acolhimento na primeira infância nas zonas metropolitanas”.

No que respeita aos indicadores, em Portugal “as disparidades regionais em termos de resultados educativos, repetição de ano e taxas de abandono precoce da educação e formação estão a melhorar”.

Em 2018, a taxa de abandono escolar precoce em Portugal foi de 11,8%, acima da média da União Europeia (10,6%), mas menos de metade da apresentada em 2009 (30,9%).

Outro indicador-chave é a taxa de diplomados no ensino superior, que passou de 21,3% em 2009 para 33,5% em 2018 (UE 40,7%).

No que respeita ao desenvolvimento profissional de professores, a principal necessidade identificada foi a de formação para ensinar alunos com necessidades especiais, seguindo-se a de formação para ensinar num contexto multicultural ou multilingue e, em terceiro lugar, para obter competências de tecnologias da informação para o ensino.

A Comissão Europeia publicou hoje o Monitor da Educação e da Formação de 2019, que analisa a forma como a educação e a formação têm evoluído na UE e nos seus Estados-membros.

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