O site de saúde e bem-estar Lifetime Daily perguntou a 1.000 americanos para classificarem numa escala de 1 a 5 o quanto intrusiva era a sua família (sendo que 5 era a avaliação mais negativa). A maioria classificou-a com um 3.

Deste grupo, a geração mais velha, também conhecida como Baby Boomers, foi a que considerou a sua família de uma maneira geral a menos intrusiva. Mas elementos da geração mais nova, os que nasceram entre 1999 e 2009, consideraram as suas famílias "muito intrusivas".

Conselhos não solicitados: qual o elemento menos bem-vindo 

Os conselhos dos sogros foram considerados os menos bem-vindos, e os inquiridos mostraram-se mais recetivos a conselhos sobre os seus empregos, educação e férias do que sobre o seu peso, escolhas de vida ou filhos.

Aliás, 1 em 3 admitiu ignorar por completo os conselhos familiares sobre como educar as crianças.

Quando as respostas foram divididas por género, as mulheres foram as que mais classificaram os conselhos familiares como os mais intrusivos.

As gerações mais velhas consideram os sogros os mais intrusivos enquanto que a geração mais nova aponta o dedo aos pais (possivelmente porque a maioria nesta geração ainda não é casada).

Os elementos familiares mais solicitados para conselhos

As mães costumam ser as mais solicitadas para conselhos, seguidas do pai, primos, tios e irmãos. Sogros e padrastos/madrastas são os menos requisitados.

Curiosamente no final do inquérito, 33% dos inquiridos respondeu que não tornaria a família menos intrusiva se pudessem.

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