A emotiva história de Kate Ogg e David está a dar a volta ao mundo.

Em 2010, o casal australiano estava à espera de gémeos, uma menina e um menino, e, por isso, a mãe sofria de uma gravidez de risco. As crianças acabaram por nasceu num estado prematuro extremo, com 27 semanas.

Emily nasceu com vida, Jamie foi declarado clinicamente morto. Durante 20 minutos os médicos tentaram várias manobras de reanimação sem efeito. Ainda assim, a mãe da criança pediu para despedir-se do bebé, naquela dia 25 de março de 2010.

O bebé foi colocado sobre o peito da mãe. Cinco minutos depois, começou a mexer-se. Os médicos e enfermeiros disseram que se tratava de movimentos involuntários.

"Queria tanto encontrá-lo e abraçá-lo para que ele nos conhecesse. Já que a vida dele seria fora deste mundo, nós queríamos que ele soubesse quem eram os seus pais, e que nós o amávamos muito mesmo antes de ele nascer e morrer", recorda Kate, citam os meios de comunicação internacionais.

Momentos depois, a criança abriu os olhos.

Os pais chamaram a equipa médica, que não deu  importância. Mas os pais insistiram e o médico obstetra regressou com um estetoscópio e percebeu que, de facto, o coração de Jamie batia.

“Eu não posso acreditar”, exclamou, acionando de imediato o suporte necessário ao tratamento do bebé prematuro.

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