Maria Vieira usou a sua página de Facebook para responder às críticas de que foi alvo por parte de Nuno Markl, na sequência da sua reação à morte de Marielle Franco, política brasileira assassinada a tiro na semana passada, no Rio de Janeiro.

Numa publicação também feita no mesmo site de rede social, o radialista criticou a atriz referindo: “Uma coisa é ser de direita, outra é ser de uma inominável maldade que não pertence a nenhuma ideologia. Isto nem sequer é ser ‘politicamente incorrecto’. Isto é só ser mau”, lamentou na altura.

Após as suas declarações ao Notícias ao Minuto, de forma a explicar a situação, a artista decidiu transmitir mais uma vez o seu lado da história numa longa publicação.

“Ainda a propósito do recente e lamentável assassinato da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, e após mais uma regurgitação escrita no Facebook por um fulano que diz ser meu amigo (na realidade eu mal o conheço e nunca fui amiga dele, mas enfim, fulanos que passam a vida a mentir é coisa que não falta nos tempos que correm) um fulano que vive infiltrado na RTP, pago pelos impostos dos contribuintes que se recusam a ver os fiascos que ele produz (...) um tipo que sempre aparece sob a proteção dos amigos que lhe vão arranjando trabalhinho para ele ir pagando a renda, enfim um tipo que é um pobre e deprimente”, começa por introduzir.

“Resolvi voltar ao caso da vereadora brasileira do PSOL para referenciar mais um, entre tantos outros casos dramáticos que envolveu o assassinato de uma corajosa mulher polícia que morreu desempenhando a sua nobre missão em defesa da população honesta e trabalhadora, mas esta brava mulher negra, de seu nome Alda Castilho, que ganhava na altura em que foi assassinada a miséria de 2600 R$, não foi alvo de nenhum lamento público, de nenhum discurso emocionado, de nenhum grito de protesto por parte dos chamados Direitos Humanos, de nenhuma solidariedade progressista, humanista ou socialista nem da indignação de nenhuma ONG, ao contrário da vereadora do PSOL, cujo assassinato tanto deu que falar e tão partidarizado foi até pela esquerda aqui em Portugal!”, lamenta

“E isto deixa-me profundamente triste e muito pensativa, pois apesar de eu me identificar com a coragem, com a honra e com o mérito de Alda Castilho e de não concordar com as ideias de Marielle da Silva, jamais seria capaz de lamentar mais a morte da primeira, do que o trágico desaparecimento da segunda! E é isto que os maldicentes e canalhas que regurgitam teorias ainda mais medíocres que as piadas e os programas que escrevem para a televisão devem entender de uma vez por todas antes de voltarem a tentar assassinar o carácter de pessoas de quem dizem ser amigas mas que na realidade nem sequer conhecem!”, assegura.

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