Motivado pelas circunstâncias atuais, o Festival Internacional de Música de Espinho acontece, este ano, num espaço de tempo mais alargado do que o habitual e com uma programação revista e adaptada ao momento. Ainda assim, a Academia de Música de Espinho, entidade promotora do evento, procurou manter a diversidade no cartaz.

O grande destaque desta edição vai para a interpretação da obra Music for 18 Musicians de Steve Reich, um dos compositores mais emblemáticos da música contemporânea. A 30 de outubro, o FIME Ensemble e o Drumming GP apresentam esta obra, após cerca de 20 anos desde a última apresentação em Portugal (Porto, 2001).

O jazz chega pela primeira vez a 2 de outubro com a Orquestra de Jazz de Espinho e China Moses, uma das cantoras de jazz mais eletrizantes da atualidade.

No dia 21 de novembro, sobe a palco mais uma das grandes referências deste género musical. Jan Garbarek apresenta-se acompanhado por um trio que inclui Trilok Gurtu, reconhecido pela sua criatividade na percussão.

Por fim, o FIME conta com a presença de Théo Ceccaldi e Roberto Negro no dia 27 de novembro, bem como do seu Montevago (2019), o mais recente álbum deste duo. A 6 de dezembro chega Le Banquet Céleste no Auditório de Espinho.

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