O jornal inglês Telegraph publicou um estudo de cientistas australianos que incidiu sobre 150 estudantes universitárias e constatou que as que tinham um código genético mais variado tinham tido também um número maior de parceiros sexuais ao longo da vida.

Estudantes de medicina e engenheiras foram o alvo da pesquisa a quem foi solicitado uma amostra do DNA e depois cada uma respondeu a um questionário sobre a sua vida amorosa.

O resultado sugeriu que o maior número de parceiros estava ligado a uma maior variação genética.

Mas como quantidade não significa propriamente qualidade, o melhor mesmo é acreditar nos seus próprios métodos de flirtar.

15 de Março de 2010

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