A menos que interpretemos o “brutos” no lato sentido da ignorância e incapacidade de compreender as Mulheres.

Nos últimos dias aprofundei a amizade com uma mulher que conhecia mal e conheci outra de quem apenas ouvira falar. Além disso também passei bastante tempo com três das muitas mulheres da minha vida. Como eu entendo os homens! As mulheres podem passar horas a falar de tintas para o cabelo, extensões de pestanas ou de celulite, mas são os seres mais fabulosos do planeta! Embora de forma completamente inocente e espiritual, começo a peceber que sou louca por mulheres. As mulheres elevam-me e apaixonam-me. Surpreendem-me e inspiram-me!

E isto leva-me a pensar que nós mulheres, à semelhança de algumas civilizações antigas, deviamos instaurar uma espécie de retiro exclusivamente feminino pelo menos uma vez por ano. No solstício de Verão, por exemplo, porque não? Devíamos reunir-nos em grupos de amigas, colegas e familiares que, na proibição convicta da presença desses estranhos e “brutos” seres do outro género, se dedicariam apenas ao prazer da maravilhosa companhia que sabemos dar umas às outras. Deveríamos retirar-nos, durante largos dias, para a maior casa disponível e apenas poderíamos levar a miudagem e os animais de estimação. E enriqueceríamos de forma inimaginável a nossa existência ( e a dos homens, certamente!) com o exponenciar de toda a nossa mística e miraculosa energia feminina. Voltaríamos desses dias mais poderosas e próximas do divino porque aquilo que temos para dar umas às outras, não me levem a mal, mas nenhum homem consegue!

  
Ana Amorim Dias

 

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