Prioridade 1 – Fundo de Emergência

A prioridade número um numa boa gestão das finanças pessoais passa por constituir um fundo de emergências. Este mais não é do que uma poupança que nos permita fazer face aos desafios financeiros colocados por situações imprevistas. Há quem diga que deveremos ter entre 3 a 6 meses de despesas mensais neste fundo. Para começar, por que não procurar acumular €1.000, de modo a acautelar as principais despesas inesperadas?

Prioridade 2 – Garantir que gastamos menos do que ganhamos

Gastar menos do que ganhamos implica que conseguiremos constituir poupanças. No entanto, muitas vezes é difícil conseguir controlar os gastos de modo a que fiquem abaixo do valor que ganhamos. A solução consiste em criar artificialmente um efeito de escassez, ao transferir um montante regular e de forma automática para uma conta poupança.

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Prioridade 3 – Controlar as despesas

A terceira prioridade passa por controlar as despesas. Para tal, poderá construir um orçamento familiar, que envolve conhecer receitas e despesas e tipificar cada uma delas em fixo e variável. Um exercício alternativo poderá ser apontar todas as despesas que faz durante um ou dois meses de modo a ganhar consciência dos seus hábitos de consumo, passo fundamental para atacar as “gorduras” e acabar com algumas despesas desnecessárias.

Prioridade 4 – Controlar os seus créditos

Quando falamos de controlo de créditos, falamos de conhecer todos os créditos que temos e as suas características. Se perceber que tem vários créditos e que as prestações mensais começam a pesar no orçamento, poderá procurar soluções como a consolidação de créditos. Utilize um simulador de crédito consolidado para perceber as potencialidades da consolidação de créditos. Na prática, deverá concluir que ao juntar os créditos todos num só é possível reduzir a taxa de juro e as comissões ao mesmo tempo que facilita, em muito, a gestão dos seus pagamentos (passa a ter apenas um pagamento mensal).

Prioridade 5 – Atenção à sua carteira de seguros

Uma última ideia para garantir a segurança financeira passa por ter uma especial atenção à carteira de seguros. Como sabemos, ao contratar um seguro estamos a proteger-nos de um ou mais eventos adversos. Por exemplo, ao contratar o seguro de proteção ao crédito estamos a garantir o pagamento das prestações do crédito em caso de desemprego, entre outras situações. Por outro lado, ao contratar um seguro de vida crédito, garantimos que a nossa família não tem de arcar com o pagamento do crédito em caso de morte ou invalidez da pessoa segura. Ou seja, os seguros são importantes aliados na sua busca pela segurança financeira.

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Estas e outras dicas podem ser úteis para garantir ou melhorar a sua segurança financeira. Umas permitem cortar custos, outras reduzir encargos, mas todas garantem que vive mais descansado, algo que não tem preço.

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