O dinheiro está seguro em algum lado?

Nos últimos anos temo-nos questionado se o dinheiro está seguro no nosso banco. Venderam-nos também investimentos que se revelaram ruinosos e ninguém se responsabilizou… mas afinal, será que vale mais a pena não investir?

A história diz-nos que o investimento tem resultado em crescimento. Tem resultado em ganhos e lucros. É certo que estes podem ter sido mal distribuídos. Mas o que é também certo é que fomos aumentando o nível de vida (muitas vezes com recurso ao crédito).

Analisando também a história vemos que se seguirmos um conjunto de regras mais ou menos claras conseguimos aumentar a probabilidade de ganhar dinheiro. Por exemplo, se diversificarmos os riscos, se investirmos para o longo prazo e se conhecermos os produtos onde colocamos o nosso dinheiro… teremos uma maior probabilidade de sucesso… em alternativa, se comprámos produtos que não percebíamos e se queríamos ganhar muito dinheiro no curto prazo, talvez tenhamos tido uma má experiência.

O dinheiro não tem moral

Se é verdade que o dinheiro não tem moral, não tem cor, não tem cheiro… o mesmo não é dizer que os investidores não a tenham. Correndo o risco de assumir algum moralismo, o certo é que ao investir o seu dinheiro poderá ter em atenção alguns critérios éticos e morais que não sendo recompensados no curto prazo, permitirão que viva de bem com a sua consciência.

O dinheiro é nosso escravo

Investir dinheiro, nem que seja a partir de montantes muito baixos, significa que estaremos a torna-lo o nosso escravo. Por outras palavras, ao comprar uma ação, por exemplo, estamos a comprar um produto que representa uma parcela de uma empresa, que é gerida por profissionais (algumas), com equipas comerciais… cujo grande objetivo é ganhar dinheiro para os seus acionistas. Em alternativa, quem compra uma obrigação está a emprestar dinheiro a uma empresa e a apostar que a empresa é bem gerida e que lhe vai render um juro periódico. Finalmente, quem compra um fundo de investimento está a fazer o que referimos acima mas em vez de ser apenas com uma empresa está a fazê-lo com centenas… e com montantes que podem ser tão baixos como um ou dois euros.

Antes de investir…

Temos vindo a falar sobre investimentos. Falamos sobre ganhar dinheiro a investir. No entanto, antes de “mergulharmos” neste mundo excitante devemos ter em conta que temos de acabar rapidamente com as nossas dívidas e constituir uma poupança de modo a estarmos mais seguros.

Acabar com as dívidas é algo progressivo. Pode renegociar os créditos para baixar as taxas de juro. Pode fazer um crédito consolidado para baixar o juro e facilitar o controlo dos débitos. Pode usar as suas poupanças. Pode cortar custos para libertar liquidez para acabar com os créditos de curto prazo (por exemplo, com os cartões de crédito). O certo é que acabar com as dívidas é o melhor investimento que pode fazer, pois não paga impostos, não tem risco e tem uma grande taxa de retorno.

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