Defina limites de despesa na família

Não existe uma convenção quanto ao valor limite a dar de presente na família. Aliás, esta incerteza poderá motivar mesmo alguma “cerimónia” que leva a despesas excessivas. Para evitar excessos, por que não definir um limite de despesas na família? Definir um valor máximo por presente ou mesmo definir um presente melhor por pessoa, evitando assim presentes que muitas vezes acabam por ser pouco valorizados?

E a estratégia do “amigo-secreto”?

Outra estratégia para limitar a despesa em presentes consiste em implementar a estratégia do “amigo-secreto”. Esta estratégia poderá ser usada em família e num grupo restrito de amigos, muito à semelhança do que acontece em ambientes mais empresariais. Na prática, consiste em sortear num grupo de amigos ou de familiares quem dá presente a quem, deixando espaço para um presente com mais valor, quer monetário quer emocional, pois poderá ser pensado especificamente para aquela pessoa.

Uma dica para famílias com crianças

Em famílias com crianças é muito comum que exista o hábito de dar muitos presentes às crianças. Os pais, tios, avós e outros amigos tendem a dar presentes às crianças, acabando por “encher” a criança de presentes. Neste caso, por que não destinar parte dos presentes a uma subscrição de contas poupança para o seu futuro, oferecendo poupança? É certo que no curto prazo a criança não vai valorizar assim tanto aquela poupança, mas com o tempo e com a multiplicação do dinheiro (fruto das entregas e dos juros compostos) irá começar a valorizar.

Compre com antecedência

Quanto mais cedo começar a comprar os presentes mais tempo terá para pesquisar preços, comparar e aproveitar as promoções que estão sempre presentes para poupar dinheiro. Poderá ter tempo, também, para visitar os outlets e outras superfícies comerciais de descontos. O objetivo acaba por ser trocar mais valor pelo mesmo dinheiro.

E trocar presentes a seguir ao Natal?

Todos sabemos que depois do Natal a maioria das lojas entra em promoção. Assim, por que não definir com o seu grupo de amigos a troca de presentes para uns dias depois do Natal? Sim, perde aquela “mística” do Natal, mas ganha em poupança de tempo e de dinheiro.

Não compre só porque está em promoção

As promoções são concebidas para criar a “ilusão da pechincha”. Ao vermos um preço mais baixo do que o valor de referência, somos levados a pensar que estamos a fazer um bom negócio, mesmo que não precisemos daquele produto para nada. Quer uma prova? Abra o seu roupeiro e veja quanta roupa foi comprada porque estava em promoção, sem que não a use assim tanto.

Não compre apenas porque está em promoção. Compre um presente a pensar naquela pessoa. Se estiver em promoção, melhor, porque assim conseguirá poupar dinheiro. Mas não faça disso um critério.

Tendemos a pensar que é impossível poupar, mas quando existe a oportunidade temos de ser incisivos. Qualquer poupança poderá ser depois aplicada para que consiga aumentar a qualidade de vida da sua família ou mesmo aplicada para obter retornos futuros. Por exemplo, já constituiu o seu fundo de emergência? Ou já tem alguma subscrição de algum PPR para acautelar a sua reforma?

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