O sistema recorre a nanopartículas de ouro que apresentam uma cor vermelho rubi ao detetarem a presença de DNA do microorganismo que causa a tuberculose e azul na sua ausência.

As nanopartículas de ouro detetam também sequências associadas à resistência a
antibióticos. Os autores do projeto foram distinguidos com um prémio de mérito científico e ambicionam começar a testar o sistema. A técnica é dez vezes mais barata e poderá ser usada onde o acesso a tecnologia não é fácil e em regiões pobres, onde há maior incidência de tuberculose.

De acordo com estatísticas internacionais, em média, 20.000 pessoas contraem diariamente tuberculose e 5.000 chegam mesmo a morrer. Apesar dos países menos desenvolvidos sofrerem mais com este flagelo, nos países europeus, esta doença chega a matar 900 pessoas por ano. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada segundo que passa, há uma nova pessoa infetada. Para saber como prevenir e tratar esta doença, clique aqui.

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