A mulher de 25 anos que agrediu violentamente uma médica no Serviço de Urgência do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, em dezembro de 2019, vai ter de pedir desculpa à vítima e indemnizá-la.

O Tribunal de Setúbal aceitou agora o encerramento do inquérito-crime com a suspensão provisória do processo, mediante a concordância da vítima, pelo que a agressora não será julgada pelo crime de ofensas à integridade física qualificadas, avança o Jornal de Notícias.

A profissional de saúde foi agredida quando prestava serviço de urgência. A mulher entrou no gabinete da médica e agrediu-a com violência, tendo causado ferimentos na cara e num olho, o que obrigou a profissional de saúde a ter se sujeitar a uma pequena cirurgia no Hospital de São José, em Lisboa.

A mulher, ainda jovem, estaria acompanhada por alguns familiares e foi identificada pela PSP, após a intervenção de um segurança do hospital.

Em março, a Ordem dos Enfermeiros (OE) defendeu o policiamento nos hospitais assegurado pelo Ministério da Administração Interna, alegando que atualmente os serviços de urgência "não são locais seguros" para os profissionais de saúde.

Segundo dados oficiais, 752 situações de violência contra profissionais de saúde, na sua grande maioria psicológica, foram reportadas nos 10 primeiros meses de 2021, mais 4% face ao período homólogo de 2020 e menos 24% relativamente a 2019.

Relativamente à violência física, os dados divulgados recentemente indicam que tem tido uma evolução decrescente, representando 17% das situações reportadas em 2021, quando estava nos 23% em 2019.

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